Praga é tão bonita! E é tão pequenininha que cabe no bolso. Até a Tijuca é maior que Praga! Por isso, dois dias são suficientes para conhecê-la. Mais legal pra ficar andando pelas ruas que entrando nos lugares e, assim meio sem querer, ir descobrindo as atrações. Todas as construções são lindinhas. É extremamente romântica, mas não de uma forma óbvia como Paris. Não vou explicar, tem que estar lá pra sentir. E vale a pena. :) A cidade é dividida ao meio pelo rio Vltava. De um lado ficam as partes nova, velha e judaica. De outro, a colina com o castelo. É possível conhecer tudo andando. Povoada de turistas, principalmente japoneses em excursões gigantes. O melhor da República Tcheca é que a moeda não é o euro, então as coisas costumam ser bem mais baratas que no resto da Europa. Mas é de se espantar ao olhar num cardápio que um cafezinho custa $900. E quase todas as pessoas falam inglês – ou pelo menos se esforçam. São muito simpatiquinhas.
Old Town Square (Staromestské Námestí) – é a praça principal da cidade, onde ficam as atrações que estão em todas as fotos de guias turísticos. A Church of the Lady before Týn (Kostel Matky Bozí Pred Tynem) é a mais famosa e realmente linda, com suas torres que parecem ser o marco da cidade. Logo em frente fica o Old Town Hall (Staromestská Radnice). Pagando uma quantia até barata vc sobe até a plataforma de observação, de onde se tem uma vista incrível da praça, da igreja vizinha e de grande parte de Praga, com seus telhadinhos que parecem de casas de brinquedo.
É abaixo da torre do Old Town Hall que ficam os famosos relógios astrológicos. De hora em hora acontece ali um “showzinho” com bonequinhos e isso atrai uma quantidade inacreditavelmente enorme de turistas, que se espremem e se acotovelam pra conseguir tirar foto do “espetáculo”, que dura um minuto, no máximo. Mas é bonitinho. Podem ir! E é de graça.
Powder Gate (Prasna Brána) – Um dos portões de entrada da cidade. Não subi, mas mediante pagamento é possível chegar a uma plataforma de observação. De qq forma, acho que vale mais a pena subir no Old Town Hall (ver acima).
Jewish Quarter (Josefov) – A principal atração da região é o cemitério, com suas lápides desorganizadas. Mas acho que o ingresso tb vale pra sinagoga. Confesso que não quis pagar pra conferir. Achei um pouco demais pagar pra conhecer cemitério. Mas aí entra a dica da brasileira espertalhona (e pão-dura): acompanhem o muro até a parte de trás do cemitério, subam num degrauzinho e tirem várias fotos. For free! Hehehe...
Outro prédio bonito por perto é o Rudolfinum, a sede da Filarmônica, e ali tem concertos e óperas praticamente todo dia. A parte de cima da fachada tem estátuas de compositores famosos, como o Beethoven.
Castelo (Prazský Hrad) – Levem água, pois a caminhada até o topo da colina, onde fica o castelo, é puxadinha. A maior atração do castelo são os guardas, que ficam imóveis durante uma hora inteira enquanto a turistada fica do lado tirando toda sorte de fotos. É hilário e dura até a hora seguinte, quando acontece a cerimônia de troca de guardas (bem mais rápida que a de Londres). A área do castelo tb engloba a St. Vitrus Cathedral (Katedrála Sv. Víta), uma catedral linda com banheiros novos e limpos logo ao lado (essa informação é importante! Depois de tanta subida e água pode ser necessário...).
Na mesma colina, se vcs pegarem um caminho alternativo, vão chegar num parque lindo, cheio de árvores e sombras, banquinhos para descansar e a Petrín Tower, uma torre baseada na Eiffel. Vale o passeio!
Kampa Island – é uma ilhazinha micro no meio do rio Vltava, com ruas mais calminhas, casas fofas, restaurantes mais carinhos e até um moinho d’água (não sei se o nome é moinho mesmo, mas enfim).
Charles Bridge (Karlúv Most) – é a ponte mais famosa da cidade, ornamentada com estátuas cristãs. Tem arcos belíssimos nas entradas e vários artistas (de músicos e pintores a adestradores de ratos (!)) em toda a sua extensão. Fica bem cheia sempre, pois é pra lá que as pessoas vão para apreciar a vista e ver o pôr-do-sol. Vcs vão passar por ali várias vezes!
Wenceslas Square (Václavské Námestí) – fica na região da New Town. É uma praça com um monumento famoso no meio de uma avenidona. Atrás dessa praça fica o National Museum (Národní Muzeum). Mesmo que vcs não vejam nenhuma exposição, vale a pena entrar pra conferir o interior do prédio, que é maravilhoso!
Wallenstein Palace and Garden (Valdstejnský Palác) – Não entrei no palácio, mas a fachada dele e o jardim são lindos! Ah, e o jardim gratuito. Tem fontes ornamentadas com esculturas, e pavões e faisões pastando no gramado, coisa bonita. Mas o mais bacana fica láááá no final do jardim: um muro bem bizarro, Dripstone Wall, que lembra o interior de uma caverna. O autor do muro escondeu ali no meio umas estátuas de animais (cobra, macaco, quati etc.) e o pessoal fica brincando de tentar encontrá-las.
Fachadas – andar por Praga e ficar observando as construções é a melhor coisa que existe. Há pinturas nas fachadas que parecem ter vida e mais de uma dimensão. São um barato! Em alguns casos é possível ver a mistura do antigo com o modernoso (como no National Theatre – Národní Divadlo) ou até o “só modernoso”, como o “The Fred and Ginger Dancing Building”, um edifício louco, todo torto, que fica em frente ao rio, na altura da ponte Jirásküv most.
No meio da caminhada, parem numa barraquinha e adquiram um delicioso pão com lingüiça e mostarda preta. Aproveitem tb para entrar numa loja de chapéus ou numa das dezenas de lojas de marionetes. A sensação é de estar num quarto de criança e a vontade que dá é de comprar tudo!
Comida - Por falar em comida, a República Tcheca tem umas coisinhas muito especiais. Carne com molho de chantilly é um dos exemplos. Juro que eu gostei disso! Indico um restaurante muito bom de comida típica chamado “U Kalicha” - http://www.ukalicha.cz/ -, que fica na área da New Town. Experimentem o roasted pork, que vem acompanhado de um “pão” muito esquisito (mas que é típico tb! Vale pela experiência antropológica, que nem o chantilly). Aproveitem para pedir a caneca de 1 litro de cerveja e divirtam-se com os músicos que saem da cozinha cantando e tocando canções regionais (bom, acho que são regionais, mas não entendi a letra...).
Se estiver frio, sugiro fortemente uma sopa. Na Dlouhá (estando na Old Town Square, de costas pra Church of the Lady before Týn, é a rua à sua direita) fica a "Steakhouse Mama Lucy" - http://www.mamalucy.cz/indexa.html . Não é um lugar específico de sopas, mas o ambiente é aconchegante e o cardápio tem uma de espinafre com parmesão que é uma delíííícia e aquece o coração.
E ainda (coisas que não fiz, mas me indicaram): Museu do Comunismo, que fica em cima de um McDonald’s (!); Museu do Mucha; Museu de Franz Kafka (só fui até o jardim, que tem uma escultura hilária de dois homens fazendo xixi); jantar num barco no rio, como em Paris.
quinta-feira, março 04, 2010
segunda-feira, março 01, 2010
Albergues / Hostels na Europa
Paris
Absolute - http://www.absolute-paris.com/
A 5 minutos a pé do metrô (Bastille), em frente a um McDonald’s 24h e a um mercado, ao lado de uma lavanderia, perto de uma loja de kebab, de alguns bares/cafés/restaurantes e do Canal St. Martin, onde a Amélie Poulin gostava de jogar pedras. J Não é dos lugares mais movimentados à noite, mas não vi qq ameaça de perigo. Tem banheiro no quarto e a moça da limpeza troca as toalhas diariamente. Há três computadores para uso livre e wi-fi grátis na recepção. Tem elevador, mas é lento e pode não funcionar de repente. Café da manhã incluído (não é um bufê, mas dá pra forrar o estômago). Não tem locker, mas achei tranqüilo deixar as malas no quarto mesmo. Me hospedei lá duas vezes: na primeira achei tudo lindo; na segunda me colocaram num quarto sujo, com banheiro imundo. Reclamei na recepção, me trocaram de quarto e aí eu fui feliz novamente.
BVJ - http://www.bvjhotel.com/
Tem duas filiais: uma bem pertinho do Louvre (ótima localização) e outra no Quartier Latin, um dos melhores bairros de Paris. Não me hospedei lá, mas amigos meus já foram nos dois e indicam.
Madrid
Los Amigos – Sol - http://www.losamigoshostel.com/b/index.htm
Há duas filiais, Opera e Sol. Fiquei na Sol por indicação de uma amiga e adorei. Ocupa o 4º andar de um prédio – com elevador! -, é bem pertinho do metrô (Sol), fica numa rua que praticamente não passa carro e onde tem McDonald’s, Starbucks, Burger King, El Corte Inglés e outras facilidades. Banheiro grande no corredor e, se não me engano, unissex. Café da manhã incluído não era ruim. Internet paga com moedas. Tem locker no quarto e luminária individual para cada cama, pois depois de 22h ou 23h, não lembro, apagam as luzes comuns dos quartos pra ninguém ser incomodado e todos poderem dormir em paz.
Barcelona
Fiquei na casa de um amigo, mas todo mundo com quem eu falo ama o Kabul - http://www.kabul.es/
Uma amiga tb me indicou o Centric Point - http://www.centricpointhostel.com/
Amsterdam
Stayokay - http://www.stayokay.com/index.php?&language=en
Há três filiais na cidade. Por indicação fiquei na Stadsdoelen, que é a mais central, perto da avenida principal, do centro, do ponto de tram e mais próxima da Centraal Station. Tem locker no corredor que antecede os quartos. Café da manhã incluído e muito bom, com nutella e vários tipos de pão. Banheiro enorme no corredor. Wi-fi é pago e bem mais caro do que se vc for a uma lan house na rua (apesar de ficarem meio escondidinhas). Mas me irritei pq o quarto é pra 20 pessoas (!). Imagina vc e mais 19 mulheres num quarto! Afff...
Praga
Pension Dlouhá - http://www.travellers.cz/en/dlouha-pension-hostel-prague.php
Ocupa um andar de um prédio com elevador. Tem dois dormitórios de 10 camas cada e mais uns quartos menores. Locker no quarto. Café incluído e muito bom. Wi-fi grátis na recepção e no restaurante. Muito bem localizado, perto do metrô (Namisti Republiki), da praça principal (Staré Mesto) e do rio Vltava. Aliás, Praga é bem pequena, então tudo é perto. O contra é que os dois dormitórios dividem um só banheiro (uma privada, um chuveiro e duas pias), mas engraçado que sempre que eu queria usar o banheiro ele estava livre. Acho que o pessoal não era muito chegado...
Londres
St Christopher's - http://www.st-christophers.co. uk/london-hostels
Tem várias filiais espalhadas pela cidade. Eu fiquei na "London Bridge - The Village" e gostei bastante. Tem um club ao lado, onde vc pode ferver com os gringos; o café é bonzinho tb e está incluído da diária. Pertinho do metrô. Não é tão central quanto esse aí de baixo, mas gostei muito mais desse!
Piccadilly Backpackers - http://www.piccadillyhotel.net/
Não é um espetáculo da natureza, mas vale pela localização. É um prédio escondido numa ruazinha logo atrás da Piccadilly Circus, extremamente central, pertinho do metrô (Piccadilly). Locker micro no quarto. Café não incluído, então eu comia na rua. É bem grande, tem zilhões de quartos, mas os banheiros são xexelentos: sanitários ok, mas os chuveiros são feios, velhos e podem não ter água quente. Fora a fila pra tomar banho (ao contrário de Praga, aqui eles são chegados a isso).
Roma
Alessandro - http://www.hostelsalessandro.com/
Tem duas filiais, Downtown e Palace. Fiquei na Downtown, mas tb falam bem da outra. Fica num prédio com elevador, bem perto da estação de trem e de duas estações de metrô (Termini e Vitorio Emanuelle). Com disposição dá pra ir a pé a vários lugares (eu fui!). Café incluído não é uma maravilha, mas dá pro gasto. Locker no quarto. Banheiro tranquilo, tem até secador de cabelo. Em alguns dias tem massa de graça pros hóspedes no início da noite. O único problema é que estava muito calor qdo fui, não dava abrir a janela e o quarto só tinha um ventilador de teto safado que demorava um minuto pra dar uma volta completa. De resto, tudo ok.
Florença
Ostello Archi Rossi - http://www.hostelarchirossi.com/
Perto da estação de trem, tem locker e computador com internet grátis no quarto. Café incluído tem milhares de opções que vc pede pelo número, que nem McDonald’s. Dá pra ir andando numa boa até o Duomo, o Palazzo Vecchio e o rio. Só tem dois banheiros por andar, cada um com uma privada, um chuveiro e uma pia, mas tb estavam sempre vazios qdo precisei.
Veneza
Residenza Santa Croce – não tem site próprio, reservei por aqui: http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Residenza-Santa-Croce/Venice/10203?source=googleadwordshostelsbyname&gclid=CLrhtezCuZ8CFWEO5QodYney3Q
O escritório/recepção fica em frente à estação de trem, mas o dormitório em si fica mais afastado, a umas cinco pontes dali. Dá pra ir andando, mas com mala pesada sugiro pegar o vaporetto. São poucos quartos no último andar de um prediozinho residencial. O quarto tem seis camas, banheiro, frigobar, TV, locker micro e uns sachês de chá e café. Nada de internet, mas a cidade é tão linda que vc nem lembra de computador. Perto de um mercado, do McDonald’s e da estação de vaporetto (Ca D’oro, se não me engano).
Milão
Ostello La Cordata - http://www.lacordata.it/accomodation/o_burigozzo_en/home.htm
Albergue ótimo! Pena que a cidade é uma bodega de ruim. Banheiro excelente no quarto, que tb tem locker. Café não incluído, mas tem mercado pertinho. Não é tão perto do centro, mas tem um ponto de tram quase na esquina. Wi-fi e computadores com internet grátis.
Zurique
City Backpacker - http://www.city-backpacker.ch/
Pertinho do centro, do lago, de tudo (a cidade é minima). Dá pra fazer tudo a pé, mas tem ponto de tram a uma distância pequena. Fica na rua dos bares, mas não notei nenhum barulho incômodo (ok, eu fiquei lá durante a semana apenas). Banheiro bonzinho, com chuveiro esquisito. Café não incluído. Quarto com poucas pessoas, uma pia e um locker micro. Wi-fi grátis.
Interlaken
Balmer’s - http://www.balmers.com/
Cidade linda e albergue fofo. A cama não era das melhores e o chuveiro era o pior do mundo, mas a casa é uma graça, parece de boneca, com common room bonitinha, pessoal super bacana. Um pouquinho afastado do centro, mas tranqüilo de ir caminhando. Ponto de ônibus em frente. Café não incluído, mas o mercado é pertinho e a recepção vende algumas coisas tb. Não tem locker. Quarto tem pia, cadeiras e prateleiras.
Munique
Euro Youth Hostel - http://www.euro-youth-hotel.de/pt/
Muito bom! Pertinho da estação, dá pra ir andando até a Marienplatz. Prédio com elevador, quarto ótimo com locker, pia, cama boa e wi-fi grátis. Café não incluído, mas vc paga à parte e vale a pena.
Berlim
The Circus Hostel - http://www.circus-berlin.de/circus_berlin_hostel.html/
O melhor hostel do mundo! Não sei se é a aura, ou pq fiz grandes amigos lá. Berlim é uma cidade incrível e esse é o melhor albergue em que já fiquei. Prédio ótimo com elevador, quartos amplos, banheiros limpos, bar ótimo no subsolo (às quartas tem um karaokê divertidíssimo). Computadores na recepção têm internet paga, mas o wi-fi é grátis. Não é no centro, mas fica em frente a um ponto de tram, a uma estação de metrô (Rosenthaler Platz) e próximo a um ponto de ônibus. E dá pra andar tb! Mercado, lavanderia, kebab, pizzaria, loja de salsichas e Subway próximos. Café não incluído, mas vale a pena pagar! Tem um preço pro bufê com tudo e outro pra opções mais limitadas, mas igualmente deliciosas, de croissant com nutella. Ai, que saudades...
Absolute - http://www.absolute-paris.com/
A 5 minutos a pé do metrô (Bastille), em frente a um McDonald’s 24h e a um mercado, ao lado de uma lavanderia, perto de uma loja de kebab, de alguns bares/cafés/restaurantes e do Canal St. Martin, onde a Amélie Poulin gostava de jogar pedras. J Não é dos lugares mais movimentados à noite, mas não vi qq ameaça de perigo. Tem banheiro no quarto e a moça da limpeza troca as toalhas diariamente. Há três computadores para uso livre e wi-fi grátis na recepção. Tem elevador, mas é lento e pode não funcionar de repente. Café da manhã incluído (não é um bufê, mas dá pra forrar o estômago). Não tem locker, mas achei tranqüilo deixar as malas no quarto mesmo. Me hospedei lá duas vezes: na primeira achei tudo lindo; na segunda me colocaram num quarto sujo, com banheiro imundo. Reclamei na recepção, me trocaram de quarto e aí eu fui feliz novamente.
BVJ - http://www.bvjhotel.com/
Tem duas filiais: uma bem pertinho do Louvre (ótima localização) e outra no Quartier Latin, um dos melhores bairros de Paris. Não me hospedei lá, mas amigos meus já foram nos dois e indicam.
Madrid
Los Amigos – Sol - http://www.losamigoshostel.com/b/index.htm
Há duas filiais, Opera e Sol. Fiquei na Sol por indicação de uma amiga e adorei. Ocupa o 4º andar de um prédio – com elevador! -, é bem pertinho do metrô (Sol), fica numa rua que praticamente não passa carro e onde tem McDonald’s, Starbucks, Burger King, El Corte Inglés e outras facilidades. Banheiro grande no corredor e, se não me engano, unissex. Café da manhã incluído não era ruim. Internet paga com moedas. Tem locker no quarto e luminária individual para cada cama, pois depois de 22h ou 23h, não lembro, apagam as luzes comuns dos quartos pra ninguém ser incomodado e todos poderem dormir em paz.
Barcelona
Fiquei na casa de um amigo, mas todo mundo com quem eu falo ama o Kabul - http://www.kabul.es/
Uma amiga tb me indicou o Centric Point - http://www.centricpointhostel.com/
Amsterdam
Stayokay - http://www.stayokay.com/index.php?&language=en
Há três filiais na cidade. Por indicação fiquei na Stadsdoelen, que é a mais central, perto da avenida principal, do centro, do ponto de tram e mais próxima da Centraal Station. Tem locker no corredor que antecede os quartos. Café da manhã incluído e muito bom, com nutella e vários tipos de pão. Banheiro enorme no corredor. Wi-fi é pago e bem mais caro do que se vc for a uma lan house na rua (apesar de ficarem meio escondidinhas). Mas me irritei pq o quarto é pra 20 pessoas (!). Imagina vc e mais 19 mulheres num quarto! Afff...
Praga
Pension Dlouhá - http://www.travellers.cz/en/dlouha-pension-hostel-prague.php
Ocupa um andar de um prédio com elevador. Tem dois dormitórios de 10 camas cada e mais uns quartos menores. Locker no quarto. Café incluído e muito bom. Wi-fi grátis na recepção e no restaurante. Muito bem localizado, perto do metrô (Namisti Republiki), da praça principal (Staré Mesto) e do rio Vltava. Aliás, Praga é bem pequena, então tudo é perto. O contra é que os dois dormitórios dividem um só banheiro (uma privada, um chuveiro e duas pias), mas engraçado que sempre que eu queria usar o banheiro ele estava livre. Acho que o pessoal não era muito chegado...
Londres
St Christopher's - http://www.st-christophers.co.
Tem várias filiais espalhadas pela cidade. Eu fiquei na "London Bridge - The Village" e gostei bastante. Tem um club ao lado, onde vc pode ferver com os gringos; o café é bonzinho tb e está incluído da diária. Pertinho do metrô. Não é tão central quanto esse aí de baixo, mas gostei muito mais desse!
Piccadilly Backpackers - http://www.piccadillyhotel.net/
Não é um espetáculo da natureza, mas vale pela localização. É um prédio escondido numa ruazinha logo atrás da Piccadilly Circus, extremamente central, pertinho do metrô (Piccadilly). Locker micro no quarto. Café não incluído, então eu comia na rua. É bem grande, tem zilhões de quartos, mas os banheiros são xexelentos: sanitários ok, mas os chuveiros são feios, velhos e podem não ter água quente. Fora a fila pra tomar banho (ao contrário de Praga, aqui eles são chegados a isso).
Roma
Alessandro - http://www.hostelsalessandro.com/
Tem duas filiais, Downtown e Palace. Fiquei na Downtown, mas tb falam bem da outra. Fica num prédio com elevador, bem perto da estação de trem e de duas estações de metrô (Termini e Vitorio Emanuelle). Com disposição dá pra ir a pé a vários lugares (eu fui!). Café incluído não é uma maravilha, mas dá pro gasto. Locker no quarto. Banheiro tranquilo, tem até secador de cabelo. Em alguns dias tem massa de graça pros hóspedes no início da noite. O único problema é que estava muito calor qdo fui, não dava abrir a janela e o quarto só tinha um ventilador de teto safado que demorava um minuto pra dar uma volta completa. De resto, tudo ok.
Florença
Ostello Archi Rossi - http://www.hostelarchirossi.com/
Perto da estação de trem, tem locker e computador com internet grátis no quarto. Café incluído tem milhares de opções que vc pede pelo número, que nem McDonald’s. Dá pra ir andando numa boa até o Duomo, o Palazzo Vecchio e o rio. Só tem dois banheiros por andar, cada um com uma privada, um chuveiro e uma pia, mas tb estavam sempre vazios qdo precisei.
Veneza
Residenza Santa Croce – não tem site próprio, reservei por aqui: http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Residenza-Santa-Croce/Venice/10203?source=googleadwordshostelsbyname&gclid=CLrhtezCuZ8CFWEO5QodYney3Q
O escritório/recepção fica em frente à estação de trem, mas o dormitório em si fica mais afastado, a umas cinco pontes dali. Dá pra ir andando, mas com mala pesada sugiro pegar o vaporetto. São poucos quartos no último andar de um prediozinho residencial. O quarto tem seis camas, banheiro, frigobar, TV, locker micro e uns sachês de chá e café. Nada de internet, mas a cidade é tão linda que vc nem lembra de computador. Perto de um mercado, do McDonald’s e da estação de vaporetto (Ca D’oro, se não me engano).
Milão
Ostello La Cordata - http://www.lacordata.it/accomodation/o_burigozzo_en/home.htm
Albergue ótimo! Pena que a cidade é uma bodega de ruim. Banheiro excelente no quarto, que tb tem locker. Café não incluído, mas tem mercado pertinho. Não é tão perto do centro, mas tem um ponto de tram quase na esquina. Wi-fi e computadores com internet grátis.
Zurique
City Backpacker - http://www.city-backpacker.ch/
Pertinho do centro, do lago, de tudo (a cidade é minima). Dá pra fazer tudo a pé, mas tem ponto de tram a uma distância pequena. Fica na rua dos bares, mas não notei nenhum barulho incômodo (ok, eu fiquei lá durante a semana apenas). Banheiro bonzinho, com chuveiro esquisito. Café não incluído. Quarto com poucas pessoas, uma pia e um locker micro. Wi-fi grátis.
Interlaken
Balmer’s - http://www.balmers.com/
Cidade linda e albergue fofo. A cama não era das melhores e o chuveiro era o pior do mundo, mas a casa é uma graça, parece de boneca, com common room bonitinha, pessoal super bacana. Um pouquinho afastado do centro, mas tranqüilo de ir caminhando. Ponto de ônibus em frente. Café não incluído, mas o mercado é pertinho e a recepção vende algumas coisas tb. Não tem locker. Quarto tem pia, cadeiras e prateleiras.
Munique
Euro Youth Hostel - http://www.euro-youth-hotel.de/pt/
Muito bom! Pertinho da estação, dá pra ir andando até a Marienplatz. Prédio com elevador, quarto ótimo com locker, pia, cama boa e wi-fi grátis. Café não incluído, mas vc paga à parte e vale a pena.
Berlim
The Circus Hostel - http://www.circus-berlin.de/circus_berlin_hostel.html/
O melhor hostel do mundo! Não sei se é a aura, ou pq fiz grandes amigos lá. Berlim é uma cidade incrível e esse é o melhor albergue em que já fiquei. Prédio ótimo com elevador, quartos amplos, banheiros limpos, bar ótimo no subsolo (às quartas tem um karaokê divertidíssimo). Computadores na recepção têm internet paga, mas o wi-fi é grátis. Não é no centro, mas fica em frente a um ponto de tram, a uma estação de metrô (Rosenthaler Platz) e próximo a um ponto de ônibus. E dá pra andar tb! Mercado, lavanderia, kebab, pizzaria, loja de salsichas e Subway próximos. Café não incluído, mas vale a pena pagar! Tem um preço pro bufê com tudo e outro pra opções mais limitadas, mas igualmente deliciosas, de croissant com nutella. Ai, que saudades...
Dicas - Berlim e Munique
Como alguns amiguinhos já seguiram e outros me pedem para viagens futuras, resolvi postar aqui listas com dicas de lugares que visitei. Elas abrangem tanto as atrações óbvias que tenham me marcado quanto "aqueles lugarzinhos especiais" que todo viajante descobre em suas andanças. Ainda não tenho de todas as cidades, pois isso leva tempo. Mas se alguém quiser dica de algo específico, pode deixar um comentário COM E-MAIL pra que eu possa retornar. :)
Saiam! Andem! Se joguem! Divirtam-se!
BERLIM
De todas as cidades que já visitei, essa foi certamente a que mais me surpreendeu. Não é bonita como Paris ou Veneza, mas tem um clima, uma aura incrível. Não sei explicar, mas vcs vao sentir!!!! Os alemães são extremamente educados e simpáticos (e sim, falam inglês na boa). O legal de Berlim é que a história ali é muito recente (com o muro e o nazismo), então vc anda na rua e dá de cara com ela. Aliás, eles parecem se importar bem com a "manutenção da história", tanto que alguns novos memoriais estão sendo construídos. Há exposições ao ar livre - e gratuitas! - que são imperdíveis.
- Memorial do Muro: fica na Bernauerstrasse, um dos locais onde passava o muro. Ainda tem uma parte do muro lá (aliás, tem em alguns locais da cidade, mantidas como prova histórica), painéis na rua que contam o que aconteceu no dia que a cidade foi dividida e um prédio do outro lado da rua, que é o memorial em si, tem uma exposição muito bacana de fotos, vídeos e áudio. Grátis. Metrô Bernauerstrasse.
- Alexanderplatz: tem uma exposição (não sei se temporária) ao ar livre sobre o muro e a reunificação. Paineis com fotos, textos (em inglês tb), áudio e alguns objetos da época. Grátis. Nessa mesma praça fica uma loja de departamentos bem grande (esqueci o nome) e uma CeA enorme tb, bem ao lado. Fora o bando de artista de rua se apresentando, incluindo chineses chatos (eu tenho implicância com chineses, não reparem). Metrô Alexanderplatz.
- Eastside Gallery: pouco mais de um quilômetro de extensão do muro foi (e ainda é, na verdade) pintada por artistas plásticos e virou uma galeria a céu aberto, na extensão da calçada mesmo. É ali que está pintada aquela clássica cena clássica dos dois caras se beijando. Grátis. Metrô Warschauer Strasse.
- Topografia do Terror: tb é uma exposição ao ar livre, mas sobre o Nazismo. Coincidentemente fica perto de um vestígio do muro. São vários paineis que falam do partido nazista, da II Guerra, dos judeus e campos de concentração e do julgamento dos nazistas, tudo bonitinho disposto em ordem cronológica, com várias fotos e MUITA informação. Fica sobre a área onde era o QG do Partido Nazista. Grátis. Metrô Potsdamerplatz ou Kochstrasse.
- Parlamento alemão (Reichstag): pertinho do Brandenburger Tor. A visita à cúpula é gratuita. As filas costumam ser grandes (eu esperei 40 minutos), mas vale a pena esperar. Vc pega o áudio-guia gratuitamente (tem em português de Portugal!) e vai subindo apreciando a vista e a arquitetura. Dá até pra ver os parlamentares trabalhando lá embaixo, dependendo da hora (não pelos políticos estarem ausentes, mas pq a luz do sol bate diretamente no vidro e pode ser que vc não consiga enxergar muita coisa da sala).
- Hotel Adlon: só a título de curiosidade. Foi onde o Michael Jackson chegou na sacada e sacudiu o bebê. Fica em frente ao Brandenburger Tor.
- Potsdamerplatz: uma praça cheia de prédios modernosos, como o Sony Center (um complexo ultramoderno com restaurantes, shopping, cinema Imax, loja da Sony... Vale a visita!) e um museu do cinema (não fui, infelizmente). Nessa praça tb passava o muro, então ainda tem uns resquícios por ali.
- Museus: Berlim tem uma ilha com cinco museus! Fora os que ficam fora da ilha... Vc pode comprar um passe de um dia (na bilheteria mesmo) que sai bem mais barato e serve pra maioria dos que ficam na ilha (o foda é aguentar visitar tudo no mesmo dia). O PERGAMON foi o que mais gostei desses da ilha. O ZEUGHAUS (Deutsches Historisches Museum) não fica na ilha, mas é bem do lado (basta atravessar a rua) e conta a história alemã desde o período do Império Romano até a queda do muro. Foda! Tem uma seção enorme dedicada à II Guerra e é de arrepiar. Quase chorei no meio do museu. Ao Jewish Museum (tb fora da ilha, perto do Checkpoint Charlie) não fui, mas muita gente me falou bem dele.
- Unter Den Linden: é a avenida mais famosa da cidade. Começa no Brandenburger Tor e termina na ilha dos museus. Tem zilhoes de lojas, restaurantes, prédios históricos. Nas ruas que cruzam essa avenidona vcs encontram a embaixada britânica (que tem uma fachada bem interessante - na Wilhemstrasse), outras lojas chiques de departamento, como a Galeries Lafayette (Friedrichstrasse) e uma loja incrível de chocolate (esquina da Mohrenstrasse com a Markgrafenstrasse, se nao me engano).
- Café Einstein: tb fica na Unter Den Linden, mas merece um tópico só pra ele pq tem o melhor apfelstrudel da Alemanha. Nao é barato (uns 6 ou 7 euros), mas a torta vem quentinha e vc pode pedir com chantilly ou vanilla sauce. Huuuuummmm.... É muito bom sentar ali e ficar apreciando o ambiente, as pessoas e o solzinho enqto se delicia com a torta. Esquina com a Friedrichstrasse. http://www.cafeeinstein.com/
- Salsichas, salsichas, salsichas, salsichas, cerveja, cerveja, cerveja, cerveja e batatas. Maravilha! Mas cuidado com o estômago. :) Achei a cerveja Berliner (pilsen) meio amarga demais, mas opçao é o que nao falta pra vcs experimentarem.
- Berlim é bem grande. Lá tem mais gente com cara de gente, sabe? Povo normal, que trabalha, pega metrô, essas coisas que eu adoro ficar reparando. De qq forma, dá pra tentar evitar pegar transporte público o tempo todo e investir em boas caminhadas. É a melhor maneira de ver as pessoas e fazer descobertas (como, por exemplo, andar numa rua qq e descobrir que o muro passava bem ali).
MUNIQUE
Estive em Munique na época da Oktoberfest, então a cidade estava bem "turística", vamos dizer assim. Mas é LINDA! Bem menor que Berlim. As pessoas são um pouco mais arrumadinhas, não são tão "gente normalzona" como falei acima. Ah, e não fui a nenhum museu lá pq já estava de saco cheio disso. rsrsrs...
- Tem que ir a pelo menos uma bierhaus, pedir o litrao de cerveja e comer salsichas com repolho/chucrute (é bom!!). A Hofbrauhaus (HB) é a mais famosa, sempre cheia e com músicos animando o povo com musiquinhas típicas e garçons vestindo trajes típicos tb. http://www.hofbraeuhaus.de/
- Englisch Garten: é um parque enorme e lindo, ótimo pra descansar. Tem uma filial da HB lá e nos dias de sol o povo senta naquelas mesas enormes e fica se enchendo de cerveja e tomando um solzinho. Não tô com o mapa de Munique aqui nesse momento, mas num rio que cruza o parque, próximo a uma ponte (na verdade, uma avenidona que passa sobre o rio), ficam várias pessoas pegando onda. Sim, no rio! A água vem com uma força tal que cria uma espécie de onda e, na ausência de praia, é onde o povo de Munique surfa.
- Paulaner: a melhor cerveja EVER!! Eu prefiro muito mais as cervejas de trigo, entao a Paulaner weiss é um escândalo (principalmente no copao de meio litro, que eu roubei da Oktoberfest).
- Allianz Arena Stadium: estádio de futebol dos times da cidade. Tem metrô perto. Lá dentro tem uma mega loja do Bayern Munchen e do outro time azulzinho cujo nome nao me recordo. Tem tour em inglês uma vez ao dia, acho que na hora do almoço.
- Olympiapark: onde foram realizados os jogos olímpicos. Nao cheguei a entrar em tudo, mas é bem amplo, tem um parque e a torre com vista panorâmica da cidade que fica aberta até de madrugada. Tb tem metrô perto. Perto tb fica o prédio da BMW, o museu da BMW, tudo da BMW.
Saiam! Andem! Se joguem! Divirtam-se!
BERLIM
De todas as cidades que já visitei, essa foi certamente a que mais me surpreendeu. Não é bonita como Paris ou Veneza, mas tem um clima, uma aura incrível. Não sei explicar, mas vcs vao sentir!!!! Os alemães são extremamente educados e simpáticos (e sim, falam inglês na boa). O legal de Berlim é que a história ali é muito recente (com o muro e o nazismo), então vc anda na rua e dá de cara com ela. Aliás, eles parecem se importar bem com a "manutenção da história", tanto que alguns novos memoriais estão sendo construídos. Há exposições ao ar livre - e gratuitas! - que são imperdíveis.
- Memorial do Muro: fica na Bernauerstrasse, um dos locais onde passava o muro. Ainda tem uma parte do muro lá (aliás, tem em alguns locais da cidade, mantidas como prova histórica), painéis na rua que contam o que aconteceu no dia que a cidade foi dividida e um prédio do outro lado da rua, que é o memorial em si, tem uma exposição muito bacana de fotos, vídeos e áudio. Grátis. Metrô Bernauerstrasse.
- Alexanderplatz: tem uma exposição (não sei se temporária) ao ar livre sobre o muro e a reunificação. Paineis com fotos, textos (em inglês tb), áudio e alguns objetos da época. Grátis. Nessa mesma praça fica uma loja de departamentos bem grande (esqueci o nome) e uma CeA enorme tb, bem ao lado. Fora o bando de artista de rua se apresentando, incluindo chineses chatos (eu tenho implicância com chineses, não reparem). Metrô Alexanderplatz.
- Eastside Gallery: pouco mais de um quilômetro de extensão do muro foi (e ainda é, na verdade) pintada por artistas plásticos e virou uma galeria a céu aberto, na extensão da calçada mesmo. É ali que está pintada aquela clássica cena clássica dos dois caras se beijando. Grátis. Metrô Warschauer Strasse.
- Topografia do Terror: tb é uma exposição ao ar livre, mas sobre o Nazismo. Coincidentemente fica perto de um vestígio do muro. São vários paineis que falam do partido nazista, da II Guerra, dos judeus e campos de concentração e do julgamento dos nazistas, tudo bonitinho disposto em ordem cronológica, com várias fotos e MUITA informação. Fica sobre a área onde era o QG do Partido Nazista. Grátis. Metrô Potsdamerplatz ou Kochstrasse.
- Parlamento alemão (Reichstag): pertinho do Brandenburger Tor. A visita à cúpula é gratuita. As filas costumam ser grandes (eu esperei 40 minutos), mas vale a pena esperar. Vc pega o áudio-guia gratuitamente (tem em português de Portugal!) e vai subindo apreciando a vista e a arquitetura. Dá até pra ver os parlamentares trabalhando lá embaixo, dependendo da hora (não pelos políticos estarem ausentes, mas pq a luz do sol bate diretamente no vidro e pode ser que vc não consiga enxergar muita coisa da sala).
- Hotel Adlon: só a título de curiosidade. Foi onde o Michael Jackson chegou na sacada e sacudiu o bebê. Fica em frente ao Brandenburger Tor.
- Potsdamerplatz: uma praça cheia de prédios modernosos, como o Sony Center (um complexo ultramoderno com restaurantes, shopping, cinema Imax, loja da Sony... Vale a visita!) e um museu do cinema (não fui, infelizmente). Nessa praça tb passava o muro, então ainda tem uns resquícios por ali.
- Museus: Berlim tem uma ilha com cinco museus! Fora os que ficam fora da ilha... Vc pode comprar um passe de um dia (na bilheteria mesmo) que sai bem mais barato e serve pra maioria dos que ficam na ilha (o foda é aguentar visitar tudo no mesmo dia). O PERGAMON foi o que mais gostei desses da ilha. O ZEUGHAUS (Deutsches Historisches Museum) não fica na ilha, mas é bem do lado (basta atravessar a rua) e conta a história alemã desde o período do Império Romano até a queda do muro. Foda! Tem uma seção enorme dedicada à II Guerra e é de arrepiar. Quase chorei no meio do museu. Ao Jewish Museum (tb fora da ilha, perto do Checkpoint Charlie) não fui, mas muita gente me falou bem dele.
- Unter Den Linden: é a avenida mais famosa da cidade. Começa no Brandenburger Tor e termina na ilha dos museus. Tem zilhoes de lojas, restaurantes, prédios históricos. Nas ruas que cruzam essa avenidona vcs encontram a embaixada britânica (que tem uma fachada bem interessante - na Wilhemstrasse), outras lojas chiques de departamento, como a Galeries Lafayette (Friedrichstrasse) e uma loja incrível de chocolate (esquina da Mohrenstrasse com a Markgrafenstrasse, se nao me engano).
- Café Einstein: tb fica na Unter Den Linden, mas merece um tópico só pra ele pq tem o melhor apfelstrudel da Alemanha. Nao é barato (uns 6 ou 7 euros), mas a torta vem quentinha e vc pode pedir com chantilly ou vanilla sauce. Huuuuummmm.... É muito bom sentar ali e ficar apreciando o ambiente, as pessoas e o solzinho enqto se delicia com a torta. Esquina com a Friedrichstrasse. http://www.cafeeinstein.com/
- Salsichas, salsichas, salsichas, salsichas, cerveja, cerveja, cerveja, cerveja e batatas. Maravilha! Mas cuidado com o estômago. :) Achei a cerveja Berliner (pilsen) meio amarga demais, mas opçao é o que nao falta pra vcs experimentarem.
- Berlim é bem grande. Lá tem mais gente com cara de gente, sabe? Povo normal, que trabalha, pega metrô, essas coisas que eu adoro ficar reparando. De qq forma, dá pra tentar evitar pegar transporte público o tempo todo e investir em boas caminhadas. É a melhor maneira de ver as pessoas e fazer descobertas (como, por exemplo, andar numa rua qq e descobrir que o muro passava bem ali).
MUNIQUE
Estive em Munique na época da Oktoberfest, então a cidade estava bem "turística", vamos dizer assim. Mas é LINDA! Bem menor que Berlim. As pessoas são um pouco mais arrumadinhas, não são tão "gente normalzona" como falei acima. Ah, e não fui a nenhum museu lá pq já estava de saco cheio disso. rsrsrs...
- Tem que ir a pelo menos uma bierhaus, pedir o litrao de cerveja e comer salsichas com repolho/chucrute (é bom!!). A Hofbrauhaus (HB) é a mais famosa, sempre cheia e com músicos animando o povo com musiquinhas típicas e garçons vestindo trajes típicos tb. http://www.hofbraeuhaus.de/
- Englisch Garten: é um parque enorme e lindo, ótimo pra descansar. Tem uma filial da HB lá e nos dias de sol o povo senta naquelas mesas enormes e fica se enchendo de cerveja e tomando um solzinho. Não tô com o mapa de Munique aqui nesse momento, mas num rio que cruza o parque, próximo a uma ponte (na verdade, uma avenidona que passa sobre o rio), ficam várias pessoas pegando onda. Sim, no rio! A água vem com uma força tal que cria uma espécie de onda e, na ausência de praia, é onde o povo de Munique surfa.
- Paulaner: a melhor cerveja EVER!! Eu prefiro muito mais as cervejas de trigo, entao a Paulaner weiss é um escândalo (principalmente no copao de meio litro, que eu roubei da Oktoberfest).
- Allianz Arena Stadium: estádio de futebol dos times da cidade. Tem metrô perto. Lá dentro tem uma mega loja do Bayern Munchen e do outro time azulzinho cujo nome nao me recordo. Tem tour em inglês uma vez ao dia, acho que na hora do almoço.
- Olympiapark: onde foram realizados os jogos olímpicos. Nao cheguei a entrar em tudo, mas é bem amplo, tem um parque e a torre com vista panorâmica da cidade que fica aberta até de madrugada. Tb tem metrô perto. Perto tb fica o prédio da BMW, o museu da BMW, tudo da BMW.
quarta-feira, novembro 18, 2009
Apagão
As pessoas estão falando muito sobre o apagão, Itaipu, Furnas, Dilma, blá blá blá whiskas sachê. Eu só gostaria de fazer uma simples consideração sobre o assunto:
Eu tinha velas.
E não tinha fósforos.
Eu tinha velas.
E não tinha fósforos.
quarta-feira, outubro 21, 2009
Paris - Look into your heart and you'll find love
Finalmente o post do último dia de viagem, quase um mês depois...
Marquei de encontrar o Pietro (meu novo amigo brasileiro) na Republique, bem perto do hostel, às 9h30, mas antes tinha que tomar café e fazer o checkout. Já tinha passado das 9, eu tinha devorado o café em 4 minutos, mas ainda faltava descer com a minha mala de 23 kg. E o elevador resolveu não funcionar. Desespero batendo, eis que surge um ser iluminado, musculoso, charmoso, simpático que fez a bondade de carregar a mala pelas escadas. Era brasileiro, o fofo. E essas aparições só acontecem qdo eu to indo embora...
Mas deu certo. Pietro foi uma super companhia e meu fotógrafo oficial (afinal é muito chato ficar tirando auto-retrato e sorrindo pra vc mesma). O mais louco foi que conseguimos o recorde de visitar todos os principais monumentos de Paris num só dia. Praça da Bastilha, Place des Vosges,Île de St Louis (onde, por indicação de amigos, tomei o sorvete mais caro da minha vida. Mas era de chocolate branco, era uma delícia e eu consegui estabelecer um diálogo razoavelmente grande e complexo em francês com o vendedor), Île de La Cité, Notre Dame, Louvre, Jardin des Tuileries, Place de La Concorde, Champs-Élysées e Arco do Triunfo. Isso tudo a pé. Com direito a muitas fotos fanfa no caminho (comprove abaixo).
Só no fim da tarde, depois de um almoço bem gorduroso num fast food francês, pegamos o metrô pra Montmartre. Gente, como eu ADORO esse lugar! As ruas de paralelepípedo são lindas, as praças com seus artistas, os cafés. Pra mim, a Sacré-Coeur tem o interior de igreja mais lindo do mundo, e eu me emocionei de novo lá dentro.
A essa altura uma sensação muito doida já tomava conta de mim. Sensação de vitória, de conquista, de saudades de Paris, de saudades de casa. Vontade de abraçar aquela cidade, de abraçar a mim mesma. Um orgulhinho por ter corrido atrás de algo que eu queria e ter conseguido chegar ali, de novo. Muita emoção junta. Ainda fazia sol e sentamos na escadaria da Sacré-Coeur, junto a milhares de outros turistas. Um músico amador começou a tocar músicas lindas no violão. E eu fiquei meio ali, meio fora dali, em algum lugar que eu não lembro, mas que era só meu. E, como da primeira vez em que me despedi de Paris, chorei incontrolavelmente em silêncio (e agora to toda emocionada lembrando daquele momento). Muito feliz. Muito.
Pedi pro seu moço do violão tocar uma música do Oasis antes de eu voltar pra buscar a mala no albergue. E ainda deu pra passar correndo no mercado pra comprar queijo, geleia e biscoitos franceses. Amo os mercados da França. A caminho do aeroporto, meu coração já era todo saudades de casa. O voo foi muito chato. Nada pra fazer e lo-ta-do de chineses que não paravam de falar. Levantavam pra conversar com os colegas que estavam sentados mais longe. E até qdo o avião passava em zona de turbulência e mandavam todo mundo sentar, eles continuavam em pé, conversando. Os comissários davam o aviso de atar os cintos em francês, inglês e português. Três línguas. E os chineses não se esforçavam. Uma comissária, já impaciente, falava “siiiiiit doooooown” e fazia mímica pros caras entenderem. Os chinas repetiam os gestos dela, riam feito bobos e continuavam ali, em pezinhos no corredor, conversando. Se eu já estava irritada, imagine a pobre da comissária.
E aí cheguei!! Meu pai me deu um abraço apertado em silêncio e tenho quase certeza que ele estava emocionado. Eu estava. Pq a Europa é linda, é foda, é um sonho, é mágica e eu quero voltar sempre. Mas o Rio é o Rio. É a mais nova cidade olímpica. E é aqui que me sinto em casa.





Marquei de encontrar o Pietro (meu novo amigo brasileiro) na Republique, bem perto do hostel, às 9h30, mas antes tinha que tomar café e fazer o checkout. Já tinha passado das 9, eu tinha devorado o café em 4 minutos, mas ainda faltava descer com a minha mala de 23 kg. E o elevador resolveu não funcionar. Desespero batendo, eis que surge um ser iluminado, musculoso, charmoso, simpático que fez a bondade de carregar a mala pelas escadas. Era brasileiro, o fofo. E essas aparições só acontecem qdo eu to indo embora...
Mas deu certo. Pietro foi uma super companhia e meu fotógrafo oficial (afinal é muito chato ficar tirando auto-retrato e sorrindo pra vc mesma). O mais louco foi que conseguimos o recorde de visitar todos os principais monumentos de Paris num só dia. Praça da Bastilha, Place des Vosges,Île de St Louis (onde, por indicação de amigos, tomei o sorvete mais caro da minha vida. Mas era de chocolate branco, era uma delícia e eu consegui estabelecer um diálogo razoavelmente grande e complexo em francês com o vendedor), Île de La Cité, Notre Dame, Louvre, Jardin des Tuileries, Place de La Concorde, Champs-Élysées e Arco do Triunfo. Isso tudo a pé. Com direito a muitas fotos fanfa no caminho (comprove abaixo).
Só no fim da tarde, depois de um almoço bem gorduroso num fast food francês, pegamos o metrô pra Montmartre. Gente, como eu ADORO esse lugar! As ruas de paralelepípedo são lindas, as praças com seus artistas, os cafés. Pra mim, a Sacré-Coeur tem o interior de igreja mais lindo do mundo, e eu me emocionei de novo lá dentro.
A essa altura uma sensação muito doida já tomava conta de mim. Sensação de vitória, de conquista, de saudades de Paris, de saudades de casa. Vontade de abraçar aquela cidade, de abraçar a mim mesma. Um orgulhinho por ter corrido atrás de algo que eu queria e ter conseguido chegar ali, de novo. Muita emoção junta. Ainda fazia sol e sentamos na escadaria da Sacré-Coeur, junto a milhares de outros turistas. Um músico amador começou a tocar músicas lindas no violão. E eu fiquei meio ali, meio fora dali, em algum lugar que eu não lembro, mas que era só meu. E, como da primeira vez em que me despedi de Paris, chorei incontrolavelmente em silêncio (e agora to toda emocionada lembrando daquele momento). Muito feliz. Muito.
Pedi pro seu moço do violão tocar uma música do Oasis antes de eu voltar pra buscar a mala no albergue. E ainda deu pra passar correndo no mercado pra comprar queijo, geleia e biscoitos franceses. Amo os mercados da França. A caminho do aeroporto, meu coração já era todo saudades de casa. O voo foi muito chato. Nada pra fazer e lo-ta-do de chineses que não paravam de falar. Levantavam pra conversar com os colegas que estavam sentados mais longe. E até qdo o avião passava em zona de turbulência e mandavam todo mundo sentar, eles continuavam em pé, conversando. Os comissários davam o aviso de atar os cintos em francês, inglês e português. Três línguas. E os chineses não se esforçavam. Uma comissária, já impaciente, falava “siiiiiit doooooown” e fazia mímica pros caras entenderem. Os chinas repetiam os gestos dela, riam feito bobos e continuavam ali, em pezinhos no corredor, conversando. Se eu já estava irritada, imagine a pobre da comissária.
E aí cheguei!! Meu pai me deu um abraço apertado em silêncio e tenho quase certeza que ele estava emocionado. Eu estava. Pq a Europa é linda, é foda, é um sonho, é mágica e eu quero voltar sempre. Mas o Rio é o Rio. É a mais nova cidade olímpica. E é aqui que me sinto em casa.
E um videozinho pra alegrar a vida:
Jason Mraz - I'm yours - http://www.youtube.com/watch?v=hwaexb5Ir2k
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and then you're free
Look into your heart and you'll find love, love, love...
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domingo, setembro 27, 2009
Paris - O corpinho pede arrego
Hj pra acordar foi uma merrrrrrrrrrrrrrda! Realmente o quarto é bem melhor que o outro, as pessoinhas dormem direitinho e nem roncam, e o colchão parecia que estava me abraçando. Ai, que vontade de dormir o dia inteiro! Mas é Paris, não dá! A mocinha do café é bem mais simpática que a que trabalhava aqui ano passado, mas a comida continua exatamente igual.
Queria ir a Versailles amanhã, mas segunda as coisas não abrem, então tive que ir hj mesmo. Cara, a fila dava umas cinco voltas. Uma hora e vinte em pé, debaixo de um sol de meio-dia e identificando vários brasileiros paraíbas com camisas de time. Pq é muito fácil identificar as pessoas pela nacionalidade:
Com camisa de clube – brasileiro
Mulher com boné – brasileira
Falando alto – brasileiro
Tirando fotos engraçadinhas e se achando “o” palhaço – brasileiro
Casaquinho nos ombros, feito o tio Sukita – paulista
Gente, não to falando mal não! É só engraçado ficar brincando de achar brasileiro, principalmente quando se está sozinha numa fila. Bom, aí eu fiquei pegando um bronze francês durante quase 1:20! E qdo cheguei no balcão de informação, quase na boca da bilheteria, descobri que eu não precisava ter ficado na fila pq eu não queria ir ao palácio principal (já fui ano passado), só aos palaciozinhos da Maria Antonieta. Aliás, só me dei bem hj pq apresentei meu passe de trem e consegui ir de graça pra Versailles. Pq eu me ferrei várias vezes. Pra voltar pra estação de trem eu não podia cortar caminho por dentro dos jardins de Versailles pq meu ingresso não dava esse direito. Sério, eu andei que nem uma filha da puta em volta do terreno do palácio pra chegar na estação. Nesse momento, odiei com todas as minhas forças a riqueza da realeza francesa. Meu sonho é que os reis tivessem vivido num conjugadinho de 13m quadrados.
Eu fico super me achando qdo falo com alguém em francês. Qdo a outra pessoa fala poucas coisas é ótimo. Mas qdo ela insiste em falar frases enormes e super rápidas, fudeu. Eu vou lá e faço uma pergunta falando bem rápido, mas eu quero que a resposta seja beeeeeeeeeeeeeeem leeeeeeeeeeeeeentiiiiiiiiiiiiiiiiiiinhaaaaaaaaaaaaaaaa, senão o jeito é fazer uma cara estranha e pedir pra pessoa falar inglês. Aí toda a minha metidez vai por água abaixo.
Aí já eram cinco da tarde e eu até pensei em dar mais uma volta por Paris, mas meu corpo não aguentava. Vim direto pro albergue e tirei uma sonequinha divina por uma hora. Parecia que eu tinha dormido uma noite inteira, tamanho o alívio. Acordei na maior disposição e peguei o metrô pro Tocadéro, pra poder ver de pertinho a Torre Eiffel. Gente, eu lembrava do caminho! Tô boba com essas coisas. Mas o que importa é que a Torre estava lá, mais linda do que nunca e com a lua bem ao lado. Meio redundante dizer que eu comecei a chorar vendo isso, né_ E voltei pro albergue degustando um crepe de nutella e admirando os bonitinhos franceses no metrô.
E nessa minha última noite em Paris eu vou... dormir!!! A cidade luz já está toda no meu coração (desde que eu vim aqui a primeira vez) e preciso MUITO descansar mais pra aproveitar meu segundo último dia em Paris. Ano passado foi um cansaço emocional intenso. Portanto, posso esperar qq coisa.
PS: Sim, eu tiro muita foto FODA e elas viram quadrinhos na minha casa depois.


Queria ir a Versailles amanhã, mas segunda as coisas não abrem, então tive que ir hj mesmo. Cara, a fila dava umas cinco voltas. Uma hora e vinte em pé, debaixo de um sol de meio-dia e identificando vários brasileiros paraíbas com camisas de time. Pq é muito fácil identificar as pessoas pela nacionalidade:
Com camisa de clube – brasileiro
Mulher com boné – brasileira
Falando alto – brasileiro
Tirando fotos engraçadinhas e se achando “o” palhaço – brasileiro
Casaquinho nos ombros, feito o tio Sukita – paulista
Gente, não to falando mal não! É só engraçado ficar brincando de achar brasileiro, principalmente quando se está sozinha numa fila. Bom, aí eu fiquei pegando um bronze francês durante quase 1:20! E qdo cheguei no balcão de informação, quase na boca da bilheteria, descobri que eu não precisava ter ficado na fila pq eu não queria ir ao palácio principal (já fui ano passado), só aos palaciozinhos da Maria Antonieta. Aliás, só me dei bem hj pq apresentei meu passe de trem e consegui ir de graça pra Versailles. Pq eu me ferrei várias vezes. Pra voltar pra estação de trem eu não podia cortar caminho por dentro dos jardins de Versailles pq meu ingresso não dava esse direito. Sério, eu andei que nem uma filha da puta em volta do terreno do palácio pra chegar na estação. Nesse momento, odiei com todas as minhas forças a riqueza da realeza francesa. Meu sonho é que os reis tivessem vivido num conjugadinho de 13m quadrados.
Eu fico super me achando qdo falo com alguém em francês. Qdo a outra pessoa fala poucas coisas é ótimo. Mas qdo ela insiste em falar frases enormes e super rápidas, fudeu. Eu vou lá e faço uma pergunta falando bem rápido, mas eu quero que a resposta seja beeeeeeeeeeeeeeem leeeeeeeeeeeeeentiiiiiiiiiiiiiiiiiiinhaaaaaaaaaaaaaaaa, senão o jeito é fazer uma cara estranha e pedir pra pessoa falar inglês. Aí toda a minha metidez vai por água abaixo.
Aí já eram cinco da tarde e eu até pensei em dar mais uma volta por Paris, mas meu corpo não aguentava. Vim direto pro albergue e tirei uma sonequinha divina por uma hora. Parecia que eu tinha dormido uma noite inteira, tamanho o alívio. Acordei na maior disposição e peguei o metrô pro Tocadéro, pra poder ver de pertinho a Torre Eiffel. Gente, eu lembrava do caminho! Tô boba com essas coisas. Mas o que importa é que a Torre estava lá, mais linda do que nunca e com a lua bem ao lado. Meio redundante dizer que eu comecei a chorar vendo isso, né_ E voltei pro albergue degustando um crepe de nutella e admirando os bonitinhos franceses no metrô.
E nessa minha última noite em Paris eu vou... dormir!!! A cidade luz já está toda no meu coração (desde que eu vim aqui a primeira vez) e preciso MUITO descansar mais pra aproveitar meu segundo último dia em Paris. Ano passado foi um cansaço emocional intenso. Portanto, posso esperar qq coisa.
PS: Sim, eu tiro muita foto FODA e elas viram quadrinhos na minha casa depois.
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sábado, setembro 26, 2009
Paris - Não tem jeito
É a cidade mais linda do mundo. Não adianta. É e pronto. Vim pra cá, confesso, com uma certa pena de deixar Berlim. E pensando que ela não conseguiria mais me emocionar tanto, já que é minha segunda vez aqui. Bullshit! Fez um dia lindo, céu azul, não muito frio, e aí eu cheguei na margem do Sena, exatamente como no ano passado, e não consegui controlar o choro. As lágrimas saíam como torneira mal fechada. Foi do nada. Eu não pensei em nada, não forcei nada. Elas simplesmente vieram (em abundância!) e eu não tenho como negar que sou completamente apaixonada por esse lugar.
Aliás, é muito sebo esse negócio de “ah, é minha segunda vez em Paris”. É bom DEMAIS chegar aqui e já saber andar, qual metrô pegar, como mexer na maquininha de ticket do metrô, em qual rua entrar... Mas confesso que me surpreendi comigo mesma ao entrar no mercadinho em frente ao hostel e me lembrar exatamente onde ficava a água e a seção dos deliciosos biscoitos franceses. Choquei. Tô em casa.
Dessa vez eu vim sem roteiro. Saí hj e nem toquei no mapa. Já visitei as principais atrações da outra vez, então agora eu caminho sem rumo, entro onde der vontade, e isso é maravilhoso. Fiz um passeio bacana pelo Quartier Latin e comprei um croissant numa padaria com um cheirinho inesquecível de pão quente, que ia fisgando as pessoas pela rua que nem desenho do Tom e Jerry. Ah, e eu pedi em francês pq, cara, como eu me divirto falando francês! Falo pouco, mas já quebra um galho que eu nem te conto. Tirando com a mulherzinha do metrô, que eu pedi “um bilhete pro dia todo” e ela ficou toda querendo me dar esporro pq eu tinha que ter pedido “1-jour billet”. Ah, faça-me o favor.
Acabou que à tarde fui pro Louvre. Sim, eu sei que já fui lá, mas achei muito desperdício estar aqui tão pertinho de um dos melhores museus do mundo e não dar nem uma passadinha. O melhor é que fui de graça. Conheci no hostel uns brasileiros que já tinham ido lá hj e me deram o ingresso deles, que vale pro dia todo. Uhuuuuu!!! Louvre de graça foi lindo demais. Ok, passei de novo na Monalisa e na Venus de Milo, só pra dar um Hi 5, afinal a gente já se conhece. E depois saí andando pelo museu sem seguir nenhum guia. Sempre quis fazer isso.
Quase desfalecendo de fome mais uma vez, comprei um croque monsieur e fui ver o por-do-sol da Pont des Arts, sobre o Sena, com vista pras outras pontes, pra Torre Eiffel e pra Île de La Cité. Ou seja, paraíso na Terra. Aí a tarde foi caindo, o céu foi ficando alaranjado, depois rosa, depois violeta. E eu fui ficando ainda mais feliz, feliz, feliz...
Gente, tá tocando Chico Buarque na recepção do albergue!!! Emoção!!!
Sobre o albergue: Absolute Paris. É o mesmo do ano passado, mas o cara me botou num quarto horroroso. Velho, banheiro sujo e fedido, cortina do box nojenta, chuveiro que jorrava água pra fora. Aí botei minhas coisas em cima da única cama que me pareceu livre, na parte de cima da beliche. E tinha uma aranha enorme no teto, bem pertinho da cama. Não estava acreditando naquilo. Fiquei puta, mas achei melhor relevar e ir pra rua, afinal são apenas duas noites aqui. Aí eu voltei ainda há pouco e algum ser humano do quarto tinha tirado minhas coisas de cima da cama e colocado as dele. Tipo “Ooooooi!!!! Não viu que tinha coisa em cima da porra da cama”?? Aí não deu. Fui na recepção e pedi pra me trocarem de quarto. Agora estou num bem mais bonitinho, com banheiro limpo e, pela primeira impressão, pessoas organizadinhas. Graças.

Aliás, é muito sebo esse negócio de “ah, é minha segunda vez em Paris”. É bom DEMAIS chegar aqui e já saber andar, qual metrô pegar, como mexer na maquininha de ticket do metrô, em qual rua entrar... Mas confesso que me surpreendi comigo mesma ao entrar no mercadinho em frente ao hostel e me lembrar exatamente onde ficava a água e a seção dos deliciosos biscoitos franceses. Choquei. Tô em casa.
Dessa vez eu vim sem roteiro. Saí hj e nem toquei no mapa. Já visitei as principais atrações da outra vez, então agora eu caminho sem rumo, entro onde der vontade, e isso é maravilhoso. Fiz um passeio bacana pelo Quartier Latin e comprei um croissant numa padaria com um cheirinho inesquecível de pão quente, que ia fisgando as pessoas pela rua que nem desenho do Tom e Jerry. Ah, e eu pedi em francês pq, cara, como eu me divirto falando francês! Falo pouco, mas já quebra um galho que eu nem te conto. Tirando com a mulherzinha do metrô, que eu pedi “um bilhete pro dia todo” e ela ficou toda querendo me dar esporro pq eu tinha que ter pedido “1-jour billet”. Ah, faça-me o favor.
Acabou que à tarde fui pro Louvre. Sim, eu sei que já fui lá, mas achei muito desperdício estar aqui tão pertinho de um dos melhores museus do mundo e não dar nem uma passadinha. O melhor é que fui de graça. Conheci no hostel uns brasileiros que já tinham ido lá hj e me deram o ingresso deles, que vale pro dia todo. Uhuuuuu!!! Louvre de graça foi lindo demais. Ok, passei de novo na Monalisa e na Venus de Milo, só pra dar um Hi 5, afinal a gente já se conhece. E depois saí andando pelo museu sem seguir nenhum guia. Sempre quis fazer isso.
Quase desfalecendo de fome mais uma vez, comprei um croque monsieur e fui ver o por-do-sol da Pont des Arts, sobre o Sena, com vista pras outras pontes, pra Torre Eiffel e pra Île de La Cité. Ou seja, paraíso na Terra. Aí a tarde foi caindo, o céu foi ficando alaranjado, depois rosa, depois violeta. E eu fui ficando ainda mais feliz, feliz, feliz...
Gente, tá tocando Chico Buarque na recepção do albergue!!! Emoção!!!
Sobre o albergue: Absolute Paris. É o mesmo do ano passado, mas o cara me botou num quarto horroroso. Velho, banheiro sujo e fedido, cortina do box nojenta, chuveiro que jorrava água pra fora. Aí botei minhas coisas em cima da única cama que me pareceu livre, na parte de cima da beliche. E tinha uma aranha enorme no teto, bem pertinho da cama. Não estava acreditando naquilo. Fiquei puta, mas achei melhor relevar e ir pra rua, afinal são apenas duas noites aqui. Aí eu voltei ainda há pouco e algum ser humano do quarto tinha tirado minhas coisas de cima da cama e colocado as dele. Tipo “Ooooooi!!!! Não viu que tinha coisa em cima da porra da cama”?? Aí não deu. Fui na recepção e pedi pra me trocarem de quarto. Agora estou num bem mais bonitinho, com banheiro limpo e, pela primeira impressão, pessoas organizadinhas. Graças.
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Berlim - Sardinhas a bordo
Na minha última noite em Berlim eu consegui ir pro lugar mais morraico da cidade. O pessoal do hostel descobriu um bar muito doido. Na verdade, é um espaço feio, com umas duas lâmpadas fluorescentes no teto, um balcão onde vc pode comprar cerveja normal (não a Weiss, que é a que eu gosto mais) e uma mesa de ping pong no centro. Uma. Aí cada pessoinha pega uma raquetinha e o povo fica todo em volta da mesma mesa jogando a bolinha um pro outro. Entenderam? É como se fosse uma fila em volta da mesa, que vai andando conforme cada um joga e vai diminuindo pq as pessoas erram e têm que deixar o jogo. Enfim, é muito sem noção, mas é uma ideia incrível e muito simples de socialização. Acaba que todo mundo fica fazendo a mesma coisa e pegando muita amizade.
Meu trem pra Paris só saía à noite, então consegui aproveitar – correndo – o último dia. Fui a uma exposição ao ar livre (mais uma!) sobre o período do nazismo e depois passei no Checkpoint Charlie, que era a única passagem entre os dois lados do muro, e onde hj ficam uns paraibinhas vestidos de soldado e cobrando 1 euro pra tirar foto com os turistas bobinhos. Pelo menos em Berlim as atrações principais não ficam tão lotadas quanto nas outras cidades. Não sei se é pq a cidade é grande, ou se a procura é menor mesmo. Mas é uma vantagem e tanto pra quem quer ver as coisas sem perder a paciência. Meu caso.
Descobri uma loja muito maneira, que só vende camisas de futebol. Aí fui lá comprar a camisa do Bayer pro Marcelo e obviamente peguei muita amizade com o mocinho atendente. Horas conversando sobre futebol e eu fazendo a maior propaganda do Flamengo. No fim, o mocinho me deu de presente um pin do Flamengo! Que fofoooooooooo!!! E eu ainda conquistei torcedores alemães pro meu time. Pronto. É o clube mais famoso do mundo. E não se fala mais nisso.
Pra encerrar minha passagem por essa cidade incrível, onde as pessoas são MUITO simpáticas, segui indicações da Silvia e do Mauricio e fui comer no Einstein Cafe da Unter den Linden. Gente, passo adiante a dica: apfelstrudel com vanilla sauce. Vem um pedaço giga, a torta quentinha hummmmmmmmm......
Aí peguei um ônibus pra estação, me sentindo o ser mais abençoado do planeta pq ia pegar um trem noturno pra Paris. Trem com caminha, não era aquela pobreza de poltrona não! Um sebo. Então chegou o trem e eu percebi que as cabines eram um pouco menores do que eu pensava. A menina na minha frente estava se acabando pra conseguir entrar com as malas numa cabine que já tinha outras pessoas e eu dei graças a Deus de não estar naquela cabine. Mas eu estava. Um minuto de silencio pra quem se fudeu..........
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Então vamos imaginar a situação: uma cabine 2x2m, com seis camas divididas em duas triliches. Minha cama era a de cima e eu batia a cabeça no teto se ficasse sentada nela. Então a galera ficava sentadinha toda dobrada, que nem Frei Damião. Eu mal cabia deitada na minha cama, imaginem os meninos! Tô com pena deles até agora. Ainda não acabou. Éramos seis pessoas (dois alemães, três franceses e uma brasileira), umas 14 malas, duas raquetes de tênis (!) e UMA PRANCHA DE SURFE (!!!!!!!!). De novo: o trenzinho sai de Berlim (longe do litoral) pra Paris (longe do litoral) e o ser humano me leva uma prancha de surfe na caralha da cabine!!!!!! Oi????
Calma que não acabou! Pq, além de fazermos parte do programa “Seja uma sardinha na lata por 11 horas”, uma das sardinhas soltava PUM! Sim, com frequência. Do pior tipo: silencioso e fedido. Agora como é que o indivíduo europeu, em toda a sua consciência, acha que é super normal ficar peidando num ambiente micro, fechado e com outras cinco pessoas??? Como????? E eu fiquei sem saber quem era o culpado.
Cinco minutos de silêncio pra quem se fudeu:
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Meu trem pra Paris só saía à noite, então consegui aproveitar – correndo – o último dia. Fui a uma exposição ao ar livre (mais uma!) sobre o período do nazismo e depois passei no Checkpoint Charlie, que era a única passagem entre os dois lados do muro, e onde hj ficam uns paraibinhas vestidos de soldado e cobrando 1 euro pra tirar foto com os turistas bobinhos. Pelo menos em Berlim as atrações principais não ficam tão lotadas quanto nas outras cidades. Não sei se é pq a cidade é grande, ou se a procura é menor mesmo. Mas é uma vantagem e tanto pra quem quer ver as coisas sem perder a paciência. Meu caso.
Descobri uma loja muito maneira, que só vende camisas de futebol. Aí fui lá comprar a camisa do Bayer pro Marcelo e obviamente peguei muita amizade com o mocinho atendente. Horas conversando sobre futebol e eu fazendo a maior propaganda do Flamengo. No fim, o mocinho me deu de presente um pin do Flamengo! Que fofoooooooooo!!! E eu ainda conquistei torcedores alemães pro meu time. Pronto. É o clube mais famoso do mundo. E não se fala mais nisso.
Pra encerrar minha passagem por essa cidade incrível, onde as pessoas são MUITO simpáticas, segui indicações da Silvia e do Mauricio e fui comer no Einstein Cafe da Unter den Linden. Gente, passo adiante a dica: apfelstrudel com vanilla sauce. Vem um pedaço giga, a torta quentinha hummmmmmmmm......
Aí peguei um ônibus pra estação, me sentindo o ser mais abençoado do planeta pq ia pegar um trem noturno pra Paris. Trem com caminha, não era aquela pobreza de poltrona não! Um sebo. Então chegou o trem e eu percebi que as cabines eram um pouco menores do que eu pensava. A menina na minha frente estava se acabando pra conseguir entrar com as malas numa cabine que já tinha outras pessoas e eu dei graças a Deus de não estar naquela cabine. Mas eu estava. Um minuto de silencio pra quem se fudeu..........
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Então vamos imaginar a situação: uma cabine 2x2m, com seis camas divididas em duas triliches. Minha cama era a de cima e eu batia a cabeça no teto se ficasse sentada nela. Então a galera ficava sentadinha toda dobrada, que nem Frei Damião. Eu mal cabia deitada na minha cama, imaginem os meninos! Tô com pena deles até agora. Ainda não acabou. Éramos seis pessoas (dois alemães, três franceses e uma brasileira), umas 14 malas, duas raquetes de tênis (!) e UMA PRANCHA DE SURFE (!!!!!!!!). De novo: o trenzinho sai de Berlim (longe do litoral) pra Paris (longe do litoral) e o ser humano me leva uma prancha de surfe na caralha da cabine!!!!!! Oi????
Calma que não acabou! Pq, além de fazermos parte do programa “Seja uma sardinha na lata por 11 horas”, uma das sardinhas soltava PUM! Sim, com frequência. Do pior tipo: silencioso e fedido. Agora como é que o indivíduo europeu, em toda a sua consciência, acha que é super normal ficar peidando num ambiente micro, fechado e com outras cinco pessoas??? Como????? E eu fiquei sem saber quem era o culpado.
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quinta-feira, setembro 24, 2009
Berlim - Solto a voz nas estradas
Vários dias sem escrever pq, gente, tem coisa demais pra fazer aqui. Berlim é do caralho!!! Já falei que adoro uma cidadezona bem grande, cheia de gente e bagunça, né_ Pois então. Em Berlim eu me sinto confortável por isso. Tem gente de todo tipo, vestida de todo jeito. Gente que fica reparando nas outras no metrô (adoro isso!). Hj mesmo eu comprei uma carteira (estava precisando!!) na Puma e saí toda humilde com uma sacolinha da loja. Aí no metrô sentou na minha frente um ser humano com um casaco Nike, um relógio que mal cabia no pulso dele de tão cebolão e uma sacola enooooooooooooorme da Hugo Boss com um terno dentro. O cara me compra um terno na Hugo Boss e depois pega o metrô! Paraaaaaaaaaa!!!! Não conseguia parar de olhar pra ele. Nem a alemã que sentou ao lado dele. Ou seja, aqui o povo tá liberado pra olhar e não disfarçar.
Por falar em metrô, aqui são várias linhas, mas dois tipos. Não sei ao certo qual a diferença (acho que o S-Bahn vai pra lugares mais distantes), só sei que desde ontem o S-Bahn tá em greve. A quatro dias das eleições. Uma beleza. E aí eu tenho que ficar quebrando a cabeça pra fazer zilhões de baldeações pelo U-Banh pra chegar nos lugares. Berlim é grande. Isso dá trabalho.
Ontem fui de manhã ao Memorial do Muro, uma exposição gratuita (oba!) sobre a história do Muro que dividia Berlim. Gente, essa história não faz o menor sentido. De um dia pro outro sua cidade é dividida e vc não pode mais passar pro outro lado. Imagina se isso acontece no Rio e o Wilton não consegue mais ir pra São Gonçalo! Que sorte! Hahaha Tô brincando, Wilton! Mas é muito doido mesmo. Ainda restam uns resquícios do muro em lugares diferentes de Berlim. Em outros, há uma marcação no chão indicando que o muro passava por ali. É comovente. As fotos, os vídeos... nossa, são de arrepiar, de esmagar o coração e encher os olhos de lágrimas. Numa outra exposição, agora na Alexandreplatz, é muito emocionante assistir aos vídeos e ver as fotos do dia da queda e da reunificação. Vale por todas as aulas de história da escola.
Subi a Torre de TV pq todo mundo sabe que eu adoro subir nessas coisas e ver a cidade de cima. Mas Berlim nem é daquelas cidades cheias de mega monumentos pra se ver de longe. Mesmo assim, esperei anoitecer um pouco pra ver as luzinhas acenderem lá embaixo. Pequenas coisas da vida que me fazem feliz.
Já contei que eu to no melhor albergue de Berlim, no quarto mais fervo de Berlim, com as pessoas mais gente boa de Berlim_ Bom, é isso. Aí cheguei no albergue à noite, após um dia exaustivo, e fui com Charlie e Tiffany procurar algo diferente pra comer. Diferente significa “qq coisa exceto salsichas”. Paramos num restaurante africano. Alguém já ouviu falar nisso_ Nem eu. Mas era o máximo! Todo trabalhado na zebra, na onça, com som de tambores, luz de velas. Tinha uma cerveja africana chamada Dju Dju, sabores manga e banana! Tinha carne de zebra e crocodilo!! Mas eu comi carne normalzinha mesmo. Quer dizer, eu tentei. Mas estava tããão cheio de pimenta e condimentos que não consegui comer quase nada. E o que botei pra dentro saiu antes mesmo de eu pagar a conta. Ok, no more details.
E a noite terminou no bar FERVO que tem aqui no albergue, com cerveja boa e... karaokê! Hahahaha Caraca, foi uma das melhores noites da minha vida. Exagero de risadas. Muitos gringos sem noção, brasileiros ótimos e, no final, já “daquele jeito”, Hugo e eu arrasamos no karaokê. Cantamos “Sunday Morning” e tenho que admitir que deixamos Maroon 5 no chinelo. Foi algo digno de uma final do American Idol. Quase Susan Boyle.
Aí pra acordar hj foi fáááááácil..... Mas vamos nessa pq cada minuto na Europa é uma pequena fortuna. Fui com o Hugo na Eastside Gallery, uma exposição ao ar livre. Na verdade, são pinturas que artistas fizeram em uma grande extensão que sobrou do Muro. Inclusive aquela supermega famosa dos caras se beijando. Imperdível!
Passei uns 40 minutos na fila pra poder entrar no Parlamento alemão. Valeu a pena. Além de ser mais um programa gratuito, o prédio tem uma nova cúpula com design moderno e de onde se tem uma vista bem bacana da cidade. Ok, isso pareceu texto de guia turístico. Acho que estou lendo muitos desses. Tb dei uma caminhada pelo Tiergarten, um parque enooooorme e lindo. Queria ter tido tempo de ir ao zoo, mas não deu. Mas pela grade dava pra ver umas coisas, então tive um encontro fortuito com dois camelos e duas lhamas.
O destino final foi uma igreja destruída por uma bomba, mas que mantiveram as ruínas como memorial e construíram outra modernosa ao lado. Muito foda!! Com um crucifixo todo no ouro e a parede toda no mosaico azul. Sentei num banquinho pra descansar e ficar olhando os mosaicos e aí... começou uma missa! Em alemão!! E aí não tinha como ir embora pq ia ficar chatão, né_ Só sei que fiquei lá e a única coisa que entendi foi o “em nome do pai, do filho, do Espírito Santo, amém”. No resto da missa minha mente foi longe.
E aí que eu prometi a mim mesma que, dessa vez, não iria ficar sem comer. Mas hj eu fiquei. Não tenho mais tanto tempo em Berlim, tem coisa à beça pra fazer ainda, corri bastante hj pra ver a maior quantidade de coisas possível e não comi. No desespero, entrei no McDonald’s mais lotado que já vi na vida. No way. Peguei metrô de volta pro albergue já com o ponteiro no fim da reserva. E eis que surge um micro McDonald’s sem fila no meio da estação!! Uhuuuuu!!!! Sabia que ficar na missa me traria algum retorno. Foi Deus quem inaugurou aquele McDonald’s no metrô. Dois cheseburgers e uma coca depois, sou uma nova pessoa, bebendo cerveja de laranja (oi_) no quarto com os colega tudo. Aliás, Silvia acabou de me mandar um torpedo dizendo que a filha da Mari nasce hj!! Viva! Vou beber uma cerveja por ela.

Por falar em metrô, aqui são várias linhas, mas dois tipos. Não sei ao certo qual a diferença (acho que o S-Bahn vai pra lugares mais distantes), só sei que desde ontem o S-Bahn tá em greve. A quatro dias das eleições. Uma beleza. E aí eu tenho que ficar quebrando a cabeça pra fazer zilhões de baldeações pelo U-Banh pra chegar nos lugares. Berlim é grande. Isso dá trabalho.
Ontem fui de manhã ao Memorial do Muro, uma exposição gratuita (oba!) sobre a história do Muro que dividia Berlim. Gente, essa história não faz o menor sentido. De um dia pro outro sua cidade é dividida e vc não pode mais passar pro outro lado. Imagina se isso acontece no Rio e o Wilton não consegue mais ir pra São Gonçalo! Que sorte! Hahaha Tô brincando, Wilton! Mas é muito doido mesmo. Ainda restam uns resquícios do muro em lugares diferentes de Berlim. Em outros, há uma marcação no chão indicando que o muro passava por ali. É comovente. As fotos, os vídeos... nossa, são de arrepiar, de esmagar o coração e encher os olhos de lágrimas. Numa outra exposição, agora na Alexandreplatz, é muito emocionante assistir aos vídeos e ver as fotos do dia da queda e da reunificação. Vale por todas as aulas de história da escola.
Subi a Torre de TV pq todo mundo sabe que eu adoro subir nessas coisas e ver a cidade de cima. Mas Berlim nem é daquelas cidades cheias de mega monumentos pra se ver de longe. Mesmo assim, esperei anoitecer um pouco pra ver as luzinhas acenderem lá embaixo. Pequenas coisas da vida que me fazem feliz.
Já contei que eu to no melhor albergue de Berlim, no quarto mais fervo de Berlim, com as pessoas mais gente boa de Berlim_ Bom, é isso. Aí cheguei no albergue à noite, após um dia exaustivo, e fui com Charlie e Tiffany procurar algo diferente pra comer. Diferente significa “qq coisa exceto salsichas”. Paramos num restaurante africano. Alguém já ouviu falar nisso_ Nem eu. Mas era o máximo! Todo trabalhado na zebra, na onça, com som de tambores, luz de velas. Tinha uma cerveja africana chamada Dju Dju, sabores manga e banana! Tinha carne de zebra e crocodilo!! Mas eu comi carne normalzinha mesmo. Quer dizer, eu tentei. Mas estava tããão cheio de pimenta e condimentos que não consegui comer quase nada. E o que botei pra dentro saiu antes mesmo de eu pagar a conta. Ok, no more details.
E a noite terminou no bar FERVO que tem aqui no albergue, com cerveja boa e... karaokê! Hahahaha Caraca, foi uma das melhores noites da minha vida. Exagero de risadas. Muitos gringos sem noção, brasileiros ótimos e, no final, já “daquele jeito”, Hugo e eu arrasamos no karaokê. Cantamos “Sunday Morning” e tenho que admitir que deixamos Maroon 5 no chinelo. Foi algo digno de uma final do American Idol. Quase Susan Boyle.
Aí pra acordar hj foi fáááááácil..... Mas vamos nessa pq cada minuto na Europa é uma pequena fortuna. Fui com o Hugo na Eastside Gallery, uma exposição ao ar livre. Na verdade, são pinturas que artistas fizeram em uma grande extensão que sobrou do Muro. Inclusive aquela supermega famosa dos caras se beijando. Imperdível!
Passei uns 40 minutos na fila pra poder entrar no Parlamento alemão. Valeu a pena. Além de ser mais um programa gratuito, o prédio tem uma nova cúpula com design moderno e de onde se tem uma vista bem bacana da cidade. Ok, isso pareceu texto de guia turístico. Acho que estou lendo muitos desses. Tb dei uma caminhada pelo Tiergarten, um parque enooooorme e lindo. Queria ter tido tempo de ir ao zoo, mas não deu. Mas pela grade dava pra ver umas coisas, então tive um encontro fortuito com dois camelos e duas lhamas.
O destino final foi uma igreja destruída por uma bomba, mas que mantiveram as ruínas como memorial e construíram outra modernosa ao lado. Muito foda!! Com um crucifixo todo no ouro e a parede toda no mosaico azul. Sentei num banquinho pra descansar e ficar olhando os mosaicos e aí... começou uma missa! Em alemão!! E aí não tinha como ir embora pq ia ficar chatão, né_ Só sei que fiquei lá e a única coisa que entendi foi o “em nome do pai, do filho, do Espírito Santo, amém”. No resto da missa minha mente foi longe.
E aí que eu prometi a mim mesma que, dessa vez, não iria ficar sem comer. Mas hj eu fiquei. Não tenho mais tanto tempo em Berlim, tem coisa à beça pra fazer ainda, corri bastante hj pra ver a maior quantidade de coisas possível e não comi. No desespero, entrei no McDonald’s mais lotado que já vi na vida. No way. Peguei metrô de volta pro albergue já com o ponteiro no fim da reserva. E eis que surge um micro McDonald’s sem fila no meio da estação!! Uhuuuuu!!!! Sabia que ficar na missa me traria algum retorno. Foi Deus quem inaugurou aquele McDonald’s no metrô. Dois cheseburgers e uma coca depois, sou uma nova pessoa, bebendo cerveja de laranja (oi_) no quarto com os colega tudo. Aliás, Silvia acabou de me mandar um torpedo dizendo que a filha da Mari nasce hj!! Viva! Vou beber uma cerveja por ela.
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terça-feira, setembro 22, 2009
Berlim - Cultura na veiaaaa!!!!
Dormi feito pedra. Coisa linda. E descobri que, além desse albergue ser um dos melhores (o melhor, talvez) em que já fiquei, ele tem o melhor café da manhã! Me enchi de croissant com nutela! Caraca! A melhor coisa da vida. Pelo amor de Deus, dêem o Nobel pro ser humano que inventou a Nutela.
Minha ideia pra hj era passar o dia na Museum Island e visitar uns dois museus. Aí cheguei na bilheteria do primeiro, logo de manhä, e descobri que o passe válido pra quase todos os museus sairia muito mais barato. Aí babou maluco pq eu bati o recorde da história e fui a TRËS museus!!! T-R-E-S!!! No mesmo diaaaaaa!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!! Jesus, salve minha alma, meu corpo e minha mente, principalmente, pq depois dessa maratona está tudo moído.
Num dos museus – o mais legal, aliás -, uma sala mostrava que a exposição de esculturas já havia sido montada no Brasil. Aí tinha vídeos, painéis, tudo em português! Gente, parece uma coisa idiota, mas qdo vc tá em outro país e vê algo escrito na sua língua dá uma emoção enorme! Em toda viagem eu atinjo um momento de crise, em que não dá a menor vontade de falar inglês e dá muita vontade de mandar todo mundo que já nasceu falando inglês pra um lugar bem longe e feio. Acho que hj atingi esse ponto. Entao, qdo notei a sala no museu com tudo em português, tive vontade de gritar “É português, gringalhada! Vcs não estão entendendo porra nenhuma, né? Chupa”!!!! Baixo nível essa minha revolta.
Obviamente voltei pro albergue no fim da tarde e tirei uma soneca esperta, pois ficar de pé e de olho aberto estava sendo o maior desafio de todos naquele momento. Agora já são nove da noite e vou ver se dou uma volta por aí. Sei lá, continuo cansada. Nada a ver essa coisa de expandir conhecimento e adquirir cultura.

Minha ideia pra hj era passar o dia na Museum Island e visitar uns dois museus. Aí cheguei na bilheteria do primeiro, logo de manhä, e descobri que o passe válido pra quase todos os museus sairia muito mais barato. Aí babou maluco pq eu bati o recorde da história e fui a TRËS museus!!! T-R-E-S!!! No mesmo diaaaaaa!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!! Jesus, salve minha alma, meu corpo e minha mente, principalmente, pq depois dessa maratona está tudo moído.
Num dos museus – o mais legal, aliás -, uma sala mostrava que a exposição de esculturas já havia sido montada no Brasil. Aí tinha vídeos, painéis, tudo em português! Gente, parece uma coisa idiota, mas qdo vc tá em outro país e vê algo escrito na sua língua dá uma emoção enorme! Em toda viagem eu atinjo um momento de crise, em que não dá a menor vontade de falar inglês e dá muita vontade de mandar todo mundo que já nasceu falando inglês pra um lugar bem longe e feio. Acho que hj atingi esse ponto. Entao, qdo notei a sala no museu com tudo em português, tive vontade de gritar “É português, gringalhada! Vcs não estão entendendo porra nenhuma, né? Chupa”!!!! Baixo nível essa minha revolta.
Obviamente voltei pro albergue no fim da tarde e tirei uma soneca esperta, pois ficar de pé e de olho aberto estava sendo o maior desafio de todos naquele momento. Agora já são nove da noite e vou ver se dou uma volta por aí. Sei lá, continuo cansada. Nada a ver essa coisa de expandir conhecimento e adquirir cultura.
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segunda-feira, setembro 21, 2009
Berlim - Gostei!
Daí que antes mesmo de chegar em Berlim eu já estava sentindo algo animadinho em relação à cidade. E, de fato, Berlim é o máximo! Não tem uma beleza evidente como Veneza e Paris. É algo mais exótico, sei lá. Tem muita história aqui. Hj mesmo fui a um museu que contava a história da Alemanha desde a época do Império Romano até a queda do muro, e foi incrível. Passei quase três horas muito feliz lá dentro (pq eu já to na fase do trauma... rs). Ah, e tinha MUITO material sobre a II Guerra e o Nazismo. Emocionante (principalmente no mau sentido).
Berlim é cidade grande, como eu gosto. Cheia de gente, de ônibus, barulho. Mas a maioria dos metrôs que eu peguei não tinha escada rolante, então foi um sofrimento ter que subir e descer escadas carregando a mala. Sorte que o povo alemão é realmente muito simpático, e de graça. Sempre vinha uma boa alma me oferecer ajuda. Sempre. E assim cheguei no albergue, que é ÓTIMO!!! The Circus é o nome. Staff gente boa, bar, elevador, em frente ao metrô. E o povo do quarto é mega animado! Já conheci todo mundo, inclusive um brasileiro. Afinal, a gente é um povo que se atrai, né_
Mas Berlim é muito mais fácil do que eu pensava. Basta começar a entender mais ou menos como as coisas funcionam, horário dos trens etc. E, apesar de grande, é menor do que eu pensava. Ou as atrações ficam meio próximas, sei lá. Só sei que cheguei aqui de manhã bem cedo e o quarto não estava pronto. Então peguei o metrô e fui direto pro Brandenburg Tor, o símbolo maior de Berlim. E foi a maior sorte que eu dei, pq a redondeza ainda tava meio vazia e eu pude exercer todas as minhas tentativas de auto-foto, visto que uns minutos depois a praça já estava cheia de turistas, manifestantes e repórteres. Aliás, entrei no Starbucks ali em frente e aí chegou uma equipe de TV se preparando pra uma gravação. E a dona moça maquiadora estava fazendo a make na repórter na mesinha do Starbucks! Tipo, qq nota! Então eu comecei a sentir uma vontade incontrolável de sacudir o corpo e sair dançando. Gente, estava tocando samba no Starbucks!! Beth Carvalho. E eu aproveitando o solzinho tímido da manhã, tomando um mocca quentinho, de frente pro Brandenburg Tor. Quase chorei.
E andei a Unter den Liden inteira. É a avenida mais famosa da cidade. Até presenciei um carrinho conversível bater numa motinho e o seu moço motoqueiro ficar deitadinho no asfalto enquanto aguardava o “resgate”. Valeu ele ter esperado, pq apareceram três carros de polícia (aqui na Alemanha são todos BMW; os táxis são todos Mercedes) e cinco ambulâncias. Cinco!!! Pq o mocinho bateu de moto. Foi um circo e, no fim, parece que todos se salvaram. O que não teve salvação foi meu estômago depois do hot dog de linguiça alemã que comi no almoço. Trevas.
Já conheci alguns outros brasileiros durante o dia, mas depois de uma noite não tão bem dormida a bordo de um assento reclinável de trem, eu to acabada. Mas ainda deu pra tomar uma cerveja Weiss (boa!) aqui no bar do hostel com os brasileiros e uma menina da Nova Zelândia que tb está no quarto. Aliás, vcs podem imaginar nossa cara de felicidade ao entrarmos no quarto agora há pouco e darmos de cara com os outros gringos enchendo a cara, ouvindo música alta, gritando e fumando na janela. Lindos. Viva o povo evoluído do primeiro mundo.
PS: Fotos amanha. To exausta.
Berlim é cidade grande, como eu gosto. Cheia de gente, de ônibus, barulho. Mas a maioria dos metrôs que eu peguei não tinha escada rolante, então foi um sofrimento ter que subir e descer escadas carregando a mala. Sorte que o povo alemão é realmente muito simpático, e de graça. Sempre vinha uma boa alma me oferecer ajuda. Sempre. E assim cheguei no albergue, que é ÓTIMO!!! The Circus é o nome. Staff gente boa, bar, elevador, em frente ao metrô. E o povo do quarto é mega animado! Já conheci todo mundo, inclusive um brasileiro. Afinal, a gente é um povo que se atrai, né_
Mas Berlim é muito mais fácil do que eu pensava. Basta começar a entender mais ou menos como as coisas funcionam, horário dos trens etc. E, apesar de grande, é menor do que eu pensava. Ou as atrações ficam meio próximas, sei lá. Só sei que cheguei aqui de manhã bem cedo e o quarto não estava pronto. Então peguei o metrô e fui direto pro Brandenburg Tor, o símbolo maior de Berlim. E foi a maior sorte que eu dei, pq a redondeza ainda tava meio vazia e eu pude exercer todas as minhas tentativas de auto-foto, visto que uns minutos depois a praça já estava cheia de turistas, manifestantes e repórteres. Aliás, entrei no Starbucks ali em frente e aí chegou uma equipe de TV se preparando pra uma gravação. E a dona moça maquiadora estava fazendo a make na repórter na mesinha do Starbucks! Tipo, qq nota! Então eu comecei a sentir uma vontade incontrolável de sacudir o corpo e sair dançando. Gente, estava tocando samba no Starbucks!! Beth Carvalho. E eu aproveitando o solzinho tímido da manhã, tomando um mocca quentinho, de frente pro Brandenburg Tor. Quase chorei.
E andei a Unter den Liden inteira. É a avenida mais famosa da cidade. Até presenciei um carrinho conversível bater numa motinho e o seu moço motoqueiro ficar deitadinho no asfalto enquanto aguardava o “resgate”. Valeu ele ter esperado, pq apareceram três carros de polícia (aqui na Alemanha são todos BMW; os táxis são todos Mercedes) e cinco ambulâncias. Cinco!!! Pq o mocinho bateu de moto. Foi um circo e, no fim, parece que todos se salvaram. O que não teve salvação foi meu estômago depois do hot dog de linguiça alemã que comi no almoço. Trevas.
Já conheci alguns outros brasileiros durante o dia, mas depois de uma noite não tão bem dormida a bordo de um assento reclinável de trem, eu to acabada. Mas ainda deu pra tomar uma cerveja Weiss (boa!) aqui no bar do hostel com os brasileiros e uma menina da Nova Zelândia que tb está no quarto. Aliás, vcs podem imaginar nossa cara de felicidade ao entrarmos no quarto agora há pouco e darmos de cara com os outros gringos enchendo a cara, ouvindo música alta, gritando e fumando na janela. Lindos. Viva o povo evoluído do primeiro mundo.
PS: Fotos amanha. To exausta.
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Fussen - Conto-de-fadas nipônico
23h02. Já to sentadinha no trem noturno esperando ele sair da estação de Munique rumo a Berlim. Hj passei a maior parte do dia dentro de trens, e a noite não vão ser diferente. Foram duas horas e três trens até Fussen e mais dois ônibus até o castelo do Rei Ludwig II. Aliás, não sei o que me impressionou mais, se foi a beleza do castelo ou a do motorista do ônibus. Além de lindo, era simpático.
Gente, essa Alemanha tá me surpreendendo na quantidade de homens bonitos. Ah, e na quantidade de japoneses tb. Caceta! Como existe tanto japonês assim no mundo__ No ônibus subindo pro castelo, um grupo de amigas estilosas e piriguetes, com sainha e MUITA maquiagem, furou a fila. E ainda tive a sorte de pegar o mesmo ônibus que uma excursão de japas. Onibus lotado, povo apertado, e eu era uma das únicas ali que não tinha os olhos puxados. O ônibus freava, os japas todos diziam “Oh”! A cada curva, “Oh”! Aí viram um lago e “Oh”! E viram o castelo ao longe – “Oh”! Aquilo estava me emputecendo.
Bom, mas aí chegamos e a vista (lago + castelo) de fato impressionou. Gente, é o castelo que inspirou Walt Disney a criar o da Cinderela! Aí chegou meu horário do tour e adivinha quem estava no meu grupo? A excursão de japoneses!! Meu Pai eterno! Quase tive um treco. E não paravam de tirar fotos dentro do castelo, sendo que isso era expressamente proibido. Foi um exercício de paciência e controle. E agora que eu to no trem, adivinha quem está ao meu lado? Uma japonesa! Rá! É mais ou menos assim que funciona: vc compra uma passagem pra Europa e ganha uma viagem pra Ásia.

Gente, essa Alemanha tá me surpreendendo na quantidade de homens bonitos. Ah, e na quantidade de japoneses tb. Caceta! Como existe tanto japonês assim no mundo__ No ônibus subindo pro castelo, um grupo de amigas estilosas e piriguetes, com sainha e MUITA maquiagem, furou a fila. E ainda tive a sorte de pegar o mesmo ônibus que uma excursão de japas. Onibus lotado, povo apertado, e eu era uma das únicas ali que não tinha os olhos puxados. O ônibus freava, os japas todos diziam “Oh”! A cada curva, “Oh”! Aí viram um lago e “Oh”! E viram o castelo ao longe – “Oh”! Aquilo estava me emputecendo.
Bom, mas aí chegamos e a vista (lago + castelo) de fato impressionou. Gente, é o castelo que inspirou Walt Disney a criar o da Cinderela! Aí chegou meu horário do tour e adivinha quem estava no meu grupo? A excursão de japoneses!! Meu Pai eterno! Quase tive um treco. E não paravam de tirar fotos dentro do castelo, sendo que isso era expressamente proibido. Foi um exercício de paciência e controle. E agora que eu to no trem, adivinha quem está ao meu lado? Uma japonesa! Rá! É mais ou menos assim que funciona: vc compra uma passagem pra Europa e ganha uma viagem pra Ásia.
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Munique - Oktoberfest
Comprei a mala, pronto. Entrei na tal loja em promoção e pedi logo a maior de todas. Lilás. Fiquei rica hj e tb comprei um tênis e um casaco. Foda-se. Agora to feliz, equipada e sem dor nas costas.
Mas a vida não existe sem aventura. Nossa reserva no albergue era só pro primeiro dia. Nos outros, reservamos um quarto num hotel Ibis, mas com o detalhe de que o site só informava que o hotel abriria em setembro, mas não dizia a data específica. Cara, eu tava tão tensa de não conseguir lugar pra dormir que cheguei a sonhar com isso. Aí saltamos do metrö e demos de cara com um terreno baldio. Pensei “Fudeu. O hotel nem foi construído ainda”.Pänico. Me imaginei dormindo num banco da estação de trem. Mas aí virei de costas e lá estava ele. Fofinho e todo novinho. Tipo, ainda tinha gente botando coisa no lugar, com furadeira, martelo... e as moças da recepçao totalmente perdidas. Hahaha Perguntamos pra elas qdo o hotel havia inaugurado e elas responderam "Há dois dias"! O importante é que estreamos o quarto, com edredon delícia, TV de LCD e um banheiro branquinho que nunca tinha sido usado. Obrigada, Senhor, por essa dádiva. Não quero pensar nos euros gastos nisso.
Ontem fomos ao Allianz Arena, o estádio principal da cidade. E o tour era em... alemão! Hahahaha Foi incrível. Não entendi UMA palavra do que aquele guia falou. Depois pegamos o metrô pro complexo esportivo das Olimpíadas de Munique. Avistamos várias pessoinhas com camisas azuis e brancas e descobrimos que estavam indo pra um jogo de hóquei. Entao nós... fomos pro jogo de hóquei!! Hahahha E eu nunca havia assistido a uma antes. Foi hilário!! Me diverti horrores! EHC München!!!
Tá, mas o que importa é que o sábado foi todinho dedicado à Oktoberfest!! Sim, a oficial!! Gente, nessa época Munique fica pior que o Rio no Carnaval! É gente pra todo lado usando aquelas roupinhas típicas, vestidinhos coloridos para elas e uma calça abaixo do joelho com camisa xadrez pra eles. E pensa que nego acha que é mico? Pensa nada! O povo acha o máximo! O metrö abarrotado de gente fantasiada, como que indo pra Sapucaí. Aí chegamos naquele meeeeeeeeeega parque de diversões, cheio de alemães vestidinhos com roupinhas típicas, cheio de turistas do mundo todo e de galpões abarrotados, nem um mísero lugarzinho! E pra conseguir pedir cerveja vc tem que estar sentado! Oi_ Nossa, nunca imaginei que o maior problema num festival de cerveja fosse comprar cerveja. Aquela frustração tomando conta da alma, eis que vi um seu moço do lado de fora do galpão com um copao de cerveja e resolvi perguntar onde ele tinha adquirido bem tão precioso. Pois bem: logo na entrada do evento, meio escondidinho, um bar vendia cerveja pros pobres desafortunados que não conseguiam lugar nos galpões. E aí a tarde foi bonita. E andamos de roda gigante e montanha russa. E ficamos hooooooooras esperando o moço segurança do bar olhar pro outro lado pra podermos levar o copo da cerveja como souvenir. Foi ridículo, mas deu certo. E eu alcancei a marca de 1 litro de cerveja num dia. Acreditem, isso é demais pra mim. Prost!

Mas a vida não existe sem aventura. Nossa reserva no albergue era só pro primeiro dia. Nos outros, reservamos um quarto num hotel Ibis, mas com o detalhe de que o site só informava que o hotel abriria em setembro, mas não dizia a data específica. Cara, eu tava tão tensa de não conseguir lugar pra dormir que cheguei a sonhar com isso. Aí saltamos do metrö e demos de cara com um terreno baldio. Pensei “Fudeu. O hotel nem foi construído ainda”.Pänico. Me imaginei dormindo num banco da estação de trem. Mas aí virei de costas e lá estava ele. Fofinho e todo novinho. Tipo, ainda tinha gente botando coisa no lugar, com furadeira, martelo... e as moças da recepçao totalmente perdidas. Hahaha Perguntamos pra elas qdo o hotel havia inaugurado e elas responderam "Há dois dias"! O importante é que estreamos o quarto, com edredon delícia, TV de LCD e um banheiro branquinho que nunca tinha sido usado. Obrigada, Senhor, por essa dádiva. Não quero pensar nos euros gastos nisso.
Ontem fomos ao Allianz Arena, o estádio principal da cidade. E o tour era em... alemão! Hahahaha Foi incrível. Não entendi UMA palavra do que aquele guia falou. Depois pegamos o metrô pro complexo esportivo das Olimpíadas de Munique. Avistamos várias pessoinhas com camisas azuis e brancas e descobrimos que estavam indo pra um jogo de hóquei. Entao nós... fomos pro jogo de hóquei!! Hahahha E eu nunca havia assistido a uma antes. Foi hilário!! Me diverti horrores! EHC München!!!
Tá, mas o que importa é que o sábado foi todinho dedicado à Oktoberfest!! Sim, a oficial!! Gente, nessa época Munique fica pior que o Rio no Carnaval! É gente pra todo lado usando aquelas roupinhas típicas, vestidinhos coloridos para elas e uma calça abaixo do joelho com camisa xadrez pra eles. E pensa que nego acha que é mico? Pensa nada! O povo acha o máximo! O metrö abarrotado de gente fantasiada, como que indo pra Sapucaí. Aí chegamos naquele meeeeeeeeeega parque de diversões, cheio de alemães vestidinhos com roupinhas típicas, cheio de turistas do mundo todo e de galpões abarrotados, nem um mísero lugarzinho! E pra conseguir pedir cerveja vc tem que estar sentado! Oi_ Nossa, nunca imaginei que o maior problema num festival de cerveja fosse comprar cerveja. Aquela frustração tomando conta da alma, eis que vi um seu moço do lado de fora do galpão com um copao de cerveja e resolvi perguntar onde ele tinha adquirido bem tão precioso. Pois bem: logo na entrada do evento, meio escondidinho, um bar vendia cerveja pros pobres desafortunados que não conseguiam lugar nos galpões. E aí a tarde foi bonita. E andamos de roda gigante e montanha russa. E ficamos hooooooooras esperando o moço segurança do bar olhar pro outro lado pra podermos levar o copo da cerveja como souvenir. Foi ridículo, mas deu certo. E eu alcancei a marca de 1 litro de cerveja num dia. Acreditem, isso é demais pra mim. Prost!
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quinta-feira, setembro 17, 2009
Munique - Hei de beber, beber, beber
Já é Alemanha! Prost! Mas o tempo tá uma droga, chuvinha fina e fria. Mas o que importa é que todo mundo – literalmente – tá vindo pra Oktoberfest, que começa depois de amanhã. E eu já to aqui!
Ontem à noite conheci uns australianos no hostel em Zurique e, depois de muito tempo de papo furado na cozinha, resolvemos sair pra beber alguma coisa. Mas olha, foi difícil. Dizem que nos fins de semana a cidade fica mais animada à noite, mas numa quarta-feira (fiquei horas tentando lembrar que dia da semana foi ontem, confesso) não tinha muita opção. Terminamos num bar bonitinho tomando uma cerveja suíça. Boa. Não Antarctica.
E o medo de perder a hora hj cedo_ Acordei uns 40 minutos antes pra não perder o trem de novo. Peguei uma amizade rápida com uma alemã e uma japonesa que estavam no meu quarto, peguei o trem – lindas paisagens, ainda que enevoadas – e cá estou! E já encontrei o Hugo (que está no mesmo albergue que eu) bem no meio da Marienplatz, a praça principal da cidade. Cheguei lá e tava rolando um showzinho de música à capela. O máximo!!
Bom, comemos um treco qualquer meio pretzel, meio pizza, sei lá, e saímos andando até o Engilsch Garten, um parque lindo, cheio de árvores, um rio e um gramado enorme, onde se pode tirar uma soneca sensacional. Mas tava chovendo, tempinho cinza e feio. Uma pena, visto o sono com que me encontro. E no meio de uma ponte nos deparamos com um grupo pegando onda num rio! A força das águas criava ondas e o povo ficava lá amarradão. E eu já falei do frio, né_
Início da noite, uma fome sinistra batendo, vontade de comer e não fazer mais nada... fomos pra Hofbrauhaus, a bier house mais famosa daqui. É um espaço imeeeeeeeeeenso, com musiquinha típica, garçons vestidos a caráter, mesas compridas e cheias de gente e MUITA cerveja!! Muita mesmo. Pedimos a primeira que tinha no cardápio e veio uma caneca de UM LITRO! PRA CADA UM!!! Jesus Cristo, salve essas almas! Hahahaha Ah, e pedimos salsichas tb pq, se a gente está na Alemanha, é pra fazer a coisa direito, oras! Gente, que delícia! Obviamente eu não agüentei beber o litro todo, mesmo a cerveja aqui sendo aparentemente mais fraca que as do Brasil. Mas o Hugo... demorou, mas não deixou nem uma gotinha pra contar história. Que orgulho! Enquanto isso, o amiguinho da mesa ao lado já ia pro seu terceiro litrinho.
O albergue é ótimo! Parece até hotel. Tudo limpinho, arrumadinho, lençóis rosa... a Barbie não me deixa. Mas o melhor é que o quarto tem três camas e... SÓ TEM EU! Uhuuuuuuuuuuuuuu!!!! Não acreditoooooo!!!! Um quarto só pra mim depois de tanto tempo! E eu posso fazer a bagunça que eu quiser, acender a luz a qq hora, abrir o zíper da mochila fazendo bastante barulho, mexer em saco plástico... ai, que sonho!
Por falar nisso, resolvi que vou comprar uma mala. Já estava amadurecendo essa ideia antes, aí cheguei aqui e descobri uma loja com vários tipos de mala em promoção. Foi um sinal divino. Preciso de algo com rodas. Tô velha, cheia de tralhas e ainda quero adquirir mais coisas. Eu ponho o mochilão nas costas e os braços ficam dormentes. Não rola. O menino massagista de Interlaken não está mais aqui pra quebrar meu galho.

Ontem à noite conheci uns australianos no hostel em Zurique e, depois de muito tempo de papo furado na cozinha, resolvemos sair pra beber alguma coisa. Mas olha, foi difícil. Dizem que nos fins de semana a cidade fica mais animada à noite, mas numa quarta-feira (fiquei horas tentando lembrar que dia da semana foi ontem, confesso) não tinha muita opção. Terminamos num bar bonitinho tomando uma cerveja suíça. Boa. Não Antarctica.
E o medo de perder a hora hj cedo_ Acordei uns 40 minutos antes pra não perder o trem de novo. Peguei uma amizade rápida com uma alemã e uma japonesa que estavam no meu quarto, peguei o trem – lindas paisagens, ainda que enevoadas – e cá estou! E já encontrei o Hugo (que está no mesmo albergue que eu) bem no meio da Marienplatz, a praça principal da cidade. Cheguei lá e tava rolando um showzinho de música à capela. O máximo!!
Bom, comemos um treco qualquer meio pretzel, meio pizza, sei lá, e saímos andando até o Engilsch Garten, um parque lindo, cheio de árvores, um rio e um gramado enorme, onde se pode tirar uma soneca sensacional. Mas tava chovendo, tempinho cinza e feio. Uma pena, visto o sono com que me encontro. E no meio de uma ponte nos deparamos com um grupo pegando onda num rio! A força das águas criava ondas e o povo ficava lá amarradão. E eu já falei do frio, né_
Início da noite, uma fome sinistra batendo, vontade de comer e não fazer mais nada... fomos pra Hofbrauhaus, a bier house mais famosa daqui. É um espaço imeeeeeeeeeenso, com musiquinha típica, garçons vestidos a caráter, mesas compridas e cheias de gente e MUITA cerveja!! Muita mesmo. Pedimos a primeira que tinha no cardápio e veio uma caneca de UM LITRO! PRA CADA UM!!! Jesus Cristo, salve essas almas! Hahahaha Ah, e pedimos salsichas tb pq, se a gente está na Alemanha, é pra fazer a coisa direito, oras! Gente, que delícia! Obviamente eu não agüentei beber o litro todo, mesmo a cerveja aqui sendo aparentemente mais fraca que as do Brasil. Mas o Hugo... demorou, mas não deixou nem uma gotinha pra contar história. Que orgulho! Enquanto isso, o amiguinho da mesa ao lado já ia pro seu terceiro litrinho.
O albergue é ótimo! Parece até hotel. Tudo limpinho, arrumadinho, lençóis rosa... a Barbie não me deixa. Mas o melhor é que o quarto tem três camas e... SÓ TEM EU! Uhuuuuuuuuuuuuuu!!!! Não acreditoooooo!!!! Um quarto só pra mim depois de tanto tempo! E eu posso fazer a bagunça que eu quiser, acender a luz a qq hora, abrir o zíper da mochila fazendo bastante barulho, mexer em saco plástico... ai, que sonho!
Por falar nisso, resolvi que vou comprar uma mala. Já estava amadurecendo essa ideia antes, aí cheguei aqui e descobri uma loja com vários tipos de mala em promoção. Foi um sinal divino. Preciso de algo com rodas. Tô velha, cheia de tralhas e ainda quero adquirir mais coisas. Eu ponho o mochilão nas costas e os braços ficam dormentes. Não rola. O menino massagista de Interlaken não está mais aqui pra quebrar meu galho.
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quarta-feira, setembro 16, 2009
Zurique - Como uma criança feliz
Tô frenética na Suíça, pulando de cidade em cidade. Já tô em Zurique, e só por hoje. Acordei às 6h30 pra dar tempo de pegar o trem. Imaginem acordar no pé dos Alpes com o céu ainda escuro. Foi fácil não. Mas o pior era o chuveiro do albergue, que vc tinha que ficar apertando o botãozinho pra sair água a cada minuto. Boooooooooring! Não satisfeito, o chuveiro jorrava água a 300 litros por hora, tipo quase arrancando minha pele. E ainda não satisfeito, o bicho largava litros de água gelada antes de vir a quente. Fazendo um barulho ensurdecedor. Ou seja: delicinha.
Aí cheguei toda bela na estação e... descobri que meu trem era de uma hora antes! Eu tinha me confundido e visto o horário da conexão, na cidade seguinte! Desespero. Fui lá desenrolar com a mocinha da bilheteria e acabou dando tudo certo. Consegui embarcar bonitinha no trem seguinte. O australiano de ontem tb pegou o trem pra Zurique hj de manhã, mas me perdi dele pq eu sou chique e meu assento era de 1a classe, e não o encontrei mais. kkkkkk!!!!
O albergue em Zurique, City Backpackers, é na rua do fervo, pelo que entendi. Só que ele fica no quarto andar de um prédiozinho. E os andares de baixo sao a cozinha de um restaurante! hahahaha Aí vc vai subindo e se deparando com vários indianos cozinheiros que não deixam vc passar na frente na escada, mesmo estando com várias malas. Já conheci tudo o que queria. Uma pena o tempo estar nublado e chuviscando, pq o lago deve ficar lindo num dia de sol. Cidade super fofa! Me lembrou Amsterdã, com pontes, casinhas pequenas, trams, pessoas loiras e nórdicas, crianças que parecem bonecas... Meu almoço foi um pão enoooooooooorme com uma salsicha enoooooooooorme dentro. rsrsrs Pensei em assistir a um concerto numa igreja, mas achei caro. Aí avistei um cinema e pensei que poderia ver um filme. Me aproximei e... era cinema pornô! hahahahaha Pornô naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Então veio a hora da perdição. E eu só tenho três coisas a declarar:
1- Chocolates suíços em promoção
2- Calvin Klein em promoção
3- Fudeu. Não tenho mais espaço na mala.

Aí cheguei toda bela na estação e... descobri que meu trem era de uma hora antes! Eu tinha me confundido e visto o horário da conexão, na cidade seguinte! Desespero. Fui lá desenrolar com a mocinha da bilheteria e acabou dando tudo certo. Consegui embarcar bonitinha no trem seguinte. O australiano de ontem tb pegou o trem pra Zurique hj de manhã, mas me perdi dele pq eu sou chique e meu assento era de 1a classe, e não o encontrei mais. kkkkkk!!!!
O albergue em Zurique, City Backpackers, é na rua do fervo, pelo que entendi. Só que ele fica no quarto andar de um prédiozinho. E os andares de baixo sao a cozinha de um restaurante! hahahaha Aí vc vai subindo e se deparando com vários indianos cozinheiros que não deixam vc passar na frente na escada, mesmo estando com várias malas. Já conheci tudo o que queria. Uma pena o tempo estar nublado e chuviscando, pq o lago deve ficar lindo num dia de sol. Cidade super fofa! Me lembrou Amsterdã, com pontes, casinhas pequenas, trams, pessoas loiras e nórdicas, crianças que parecem bonecas... Meu almoço foi um pão enoooooooooorme com uma salsicha enoooooooooorme dentro. rsrsrs Pensei em assistir a um concerto numa igreja, mas achei caro. Aí avistei um cinema e pensei que poderia ver um filme. Me aproximei e... era cinema pornô! hahahahaha Pornô naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Então veio a hora da perdição. E eu só tenho três coisas a declarar:
1- Chocolates suíços em promoção
2- Calvin Klein em promoção
3- Fudeu. Não tenho mais espaço na mala.
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